CaféOceano

Tema apresentado por André Pacheco, Investigador no Centro de Investigação
Marinha e ambiental (CIMA) da Universidade do Algarve.
"As barras da Ria Formosa: Evolução e importância" André Pacheco
irá apresentar os resultados obtidos durante vários anos de observações.  

5ªfeira 3Março 18:30

In Concert... GODAI Banda

GODAI Banda... apresenta um projecto original com influências do BLUES e ROCK ao JAZZ latino numa fusão de sonoridades com fortes raízes portuguesas e mediterrânicas. Inês Graça_Voz e GuitarraAlexCaravela_GuitarrasMárioBranco_TecladoNunoMartins_Baixo e VozAndré Lopes_Bateria e Voz
Sáb 26 Fevereiro 22h00

Photografia de DIANA ROSA

Domingo 6 Fevereiro 18:30
Diana Rosa nasceu a 7 de Junho em Macau, 1989.
Em 2006 participou num workshop de fotografia que lhe garantiu as bases essenciais. Estudou antropologia durante um ano no ISCTE, como área complementar à fotografia, tendo acabado por se dedicar a esta a tempo inteiro.   Concluíu os três primeiros níveis do curso de fotografia do Ar.Co, tendo encerrado esta fase com a primeira participação numa exposição colectiva.   Nesta altura algumas exposições individuais decorreram na zona de Lisboa e Cascais, com as exposições ‘As Pessoas Somos Nós’, ‘O Backstage da Vida’ e ‘Movimentos Urbanos´.   Como formação complementar à aprendizagem no Ar.Co, fez um curso de Edição e Tratamento de imagem no Atelier da Imagem.
Com uma fotografia pessoal muito dedicada ao retrato social bem como à música, Diana Rosa tem-se visto a abraçar diferentes projectos e trabalhos, sendo o mais recente o estágio profissional na revista Time Out de Lisboa.  
Actualmente está a iniciar o nível Avançado de Fotografia do Ar.Co.   Para complementar a fotografia noutra vertente, está a frequentar um curso de Photojornalismo com o fotógrafo Luiz Carvalho.
O projecto fotográfico mais recente, ‘Mesas que Falam’ está de momento a percorrer alguns pontos do concelho de Cascais.    O trabalho, concretizado em simultâneo com uma profissional da área educacional, consiste numa análise dos rituais e tradições familiares.   Para além da fotografia, tem uma componente escrita bastante importante, ajudando a criar um retrato social das famílias portuguesas na actualidade. Domingo 6 Fevereiro 18:30

Café Ocenao...

Cavalos Marinhos
A história da Ria Formosa e dos seus Cavalos Marinhos no primeiro...
Da abundância à escassez dos cavalos marinhos na Ria Formosa  ou a história do declínio destes seres místicos num dos seus refúgio, é o tema que Jorge Palma, investigador do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da UAlg, irá apresentar nesta primeira edição de 2011 do Café Oceano.
Em 2002, a Ria Formosa era um dos locais do mundo com maior densidade de cavalos marinhos, com uma população estimada em dois milhões de indivíduos.
Em 2008, só sobravam 300 mil cavalos-marinhos. Para onde foram os cavalos marinhos? O que aconteceu à Ria Formosa num tão curto espaço de tempo? Estas são algumas das questões que serão abordadas por Jorge Palma que lidera um projecto premiado pelo Oceanário de Lisboa, a desenvolver no laboratório de Biologia Pesqueira e Hidrobiologia do Prof. Pedro Andrade, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve.
4ªfeira 12 Janeiro 2011
ás 18:30h  
entrada livre

SketchBook...

"Gaiola" e "Jogo de Xadrês"
SketchBook by Nuno Pereira
nascido em Faro em 1987... 
Arquitectura... Ilustração... Fotografia... suas paixões
ilustrações "feitas em cima do joelho" 
no Pátio B@r

Intersticio

INTERSTÍCIO quer dizer solução de continuidade, expressão também utilizada em termos de tempo.
O tempo que decorre entre o inicio do Ano e final deste.
O tempo passa, ou nós passamos por ele, a escolha é individual...
No nosso caso, há que dar tempo ao individuo para ele evoluir, os ensinamentos retirados do Ano anterior, transmitidos no actual, preocupando-se com o próximo. O novo Ano simboliza para nós, o recomeço, como novo inicio que é, cada um de nós espera "formatar" ao seu gosto, corrigindo o que de mal fez, alterando ou não o mau resultado deste, uma nova oportunidade deste. 
No fundo é um recomeço, uma continuidade... INTERSTÍCIO

Tertúlia... 5ªf.16 Dez. 22:00









RUA FM_Radio da Universidade do Algarve
 “Estado das Contas Portuguesas – Perspectivas para o Algarve”
Com a presença de
Prof. DoutorEfigénio Rebelo  
Catedrático e Director da Faculdade de Economia da UALg
Eng. Macário Correia
Prof. DoutorMendonça Pinto  
Professor da Faculdade de Economia da UALg
APFEUAlg 
 Associação de Pós-Graduados da Faculdade de Economia da Universidade do  Algarve
5ª feira 16 Dez. 22:00h

...no FERIADO 1 DezemBro ...

Bazar de Natal 
... encontro entre UNS e OUTROS
aqueles que sedivertem fazendo e os que se divertem em comprar... O convite está de pé e o Espaço Pátio B@r oferece o encontro...

Feriado diferente... num Espaço diferente
1 Dezembro durante o dia... mostra de ArtesanatoDiverso...Flautas...Bijuterias...ArtesDecorativas...Cerâmicas... Doçaria... para repetir no feriado 8 Dez.

Oficina de Tambores... dia 4 Dezembro

Vem dar ritmo ao teu sábado 4Dezembro das 11:00 ás 12:30 Oficina de Tambores dos 7 aos 12 anos...com Tiago Rêgo sujeito a inscrição
Organização a cargo de
ARA_Associação de Ritmo o Algarve
ORA_Orquestra de Ritmo do Algarve

Teatro "Penedo Grande"...


4ªf. 17 Nov. 21:30 
O MARINHEIRO
de Fernando Pessoa
Nota de intenções
Os passos que dou lembram-me a minha alma! Queria eu acordar nesta noite escura a memória da vida, a ausência do tempo, o sonho que recomeça e o dia que parte! São pedaços de nós todos que vão partindo no silêncio! No silêncio do amor e da dor do agora! Uma qualquer morte. Que a paz esteja com ela ,com ele, com a sua família, cá e lá com os seus amigos , cá e lá, e connosco, sim é mesmo isso, precisamos de fazer o encontro connosco! A reunião do silencio comum.
         Nota de encenação
caído o corpo negro a alma aclara-se com igual trajar de branco. Musa tão triste e tão vida charco da memória da água... da vida da árvore afogada de pé sem tempo da morte do passado e do tempo a água só. Induzida na memória pelo som da banheira, o marinheiro na banheira o marinheiro continuando a sua viagem sem porto deixando uma mulher morta vivendo em sua memória de noite uma imagem projectada na água e nos montes do pensamento uma alma consciente da morte do fim de algo, uma mulher que vai descobrindo com o fluir de um sonho a ausência do real uma cabeça que nunca perceberá porque não há relógio nesta noite três corpos dessa mulher que se queda no fim morta num vestido branco suspensa que lhe faz lembrar ela ao marinheiro que sai da saia quando outro dia raia de manhã numa praia de um duche liquidifica-memórias ele parte no ir partindo na procura comum do pão da vida que resta
    "não sei como era o resto... Mal sei como era o resto... Porque haverá mais?..." 
Nota de partida 
porque resta saber porque o Fernando Pessoa mata a alma. O Fernando Pessoa escreve num sábado e num domingo da noite longa... do depois que será sempre o depois e que pertencerá sempre aos marinheiros
claro que sim! mas é no momento da partida que se fala! Fénix viveu os seus dias e noite acho que se quer valorizar mais o despertar do viajante vivo o usufruto do dia, da luz do sol, do visível e do invisível materializados no dia a dia o marinheiro ... e todos nós!
TUDO é possível Se tiveres mais perto do que eu deste momento leva-me contigo...
abraços nos braços e nos silêncios nossos!

Nota de técnicos
Autor FERNANDO PESSOA
Dramaturgia e Encenação, Iluminação e CenografiaRUI INÁCIO
Assistente de Encenação e Operação de Cena, Som e videoDANILA GINÓ
Assistente de Iluminação e operação de luzFERNANDA CAETANO
Assistente CenográficaANA SILVA
Assistente de produçãoEDUARDO MARTINS
Interpretação CÉLIA GINÓ_LISETE MARTINS_MARTA VARGAS
FigurinistaJOANA MELO
Composição Som e Video MAURO AMARAL
Fotografia, Promoção e Registo videoJOSÉ FARIAS

Ver e... fazer Sushi

Rubrica de Ver e ...fazer comidas 寿司sushi
Oficina...
...para iniciantes uma pitada de como fazer sushi

No acto da inscrição: 20€ por participante

Requisitos: Avental... Pano individual de mão... Faca de corte para cortar peixe (tamanho médio sem serrilha)
           
domingo 14 Novembro ás 14:30

São Martinho...

Convívio deSão Martinho dia 11 Novembro 17:00... Castanhas... Água Pé... Musica... Poesia... encontro
LENDA DE SÃO MARTINHO... 
O porquê do "Verão" de São Martinho
O dia de São Martinho comemora-se no dia 11 de Novembro.
Diz a lenda que quando um cavaleiro romano andava a fazer a ronda, viu um velho mendigo cheio de fome e frio, porque estava quase nu.
O dia estava chuvoso e frio, e o velhinho estava encharcado.
O cavaleiro, chamado Martinho, era bondoso e gostava de ajudar as pessoas mais pobres. Então, ao ver aquele mendigo, ficou cheio de pena e cortou a sua grossa capa ao meio, com a espada.
Depois deu a metade da capa ao mendigo e partiu.
Passado algum tempo a chuva parou e apareceu no céu um lindo Sol.

Tertulia...

 Momentos de Reflexão sobre os Objectivos para o Desenvolvimento do Milénio

- O que são os ODM?
- O que é a Campanha para o Desenvolvimento do Milénio?
- A que realidade assistimos?
- O que falta fazer?
- O que nos liga a estas questões?
- Qual é a perspectiva da cooperação para o desenvolvimento? 

Convidamos a um momento de reflexão sobre todas estas questões
4ªf 10Novembro pelas 20:30h

Oficina p'ra Criança no feriado 1 Novembro às 14:30

No feriado 01Novembro podemos deliciar-nos com Piratinhas no fabrico de doces...
... um momento digno de registo encontro ás 14:30

TerTúlia. . . 28Out. 21:00

A temática da Tertúlia subordinada ao tema "Aprendizagem em PBL*-que resultados?"(*Problem Based Learning) a realizar 5ªf. 28 Outubro das 21h pelo Núcleo de Estudantes de Medicina (NEMed) da Universidade do Algarve.  Teremos como prelectores principais o Dr. Filipe Veloso Gomes (interno de Radiologia) e o Dr. José Ponte (médico anestesista).
 Em salas com uma mesa central onde todos se juntam para debater e comparar conhecimentos de diversas áreas do saber, assim se aprende medicina na Universidade do Algarve. Todos os alunos têm uma licenciatura prévia, relacionada com as áreas da saúde e ciência e aprofundam-se os conhecimentos individuais e colectivos através da discussão de casos clínicos que despoletam a curiosidade e a vontade de saber mais.
É na discussão saudável e no confronto de saberes que se vai construindo um conhecimento aprofundado sobre anatomia, fisiologia, patologia, microbiologia, psicologia, etc., em grupo, visto que essas disciplinas existem todas integradas em cada caso que se analisa.
Assim vamos sendo estimulados a investigar, a procurar, a descobrir e a não nos conformarmos até sabermos o “porquê”, o “como” e a “resolução” dos problemas que nos vão surgindo.   É essencial a adopção de uma visão holística sobre o indivíduo e os casos que estudamos têm isso em consideração.   Tal como é descrito, fazemos uma aprendizagem baseada em problemas, sejam eles físicos, psicológicos ou sociais, afinal, não queremos ser médicos de doenças, queremos ser médicos de pessoas.
Assim, e porque obviamente acreditamos que através da discussão saudável se chegam a importantes conclusões, organizámos esta tertúlia que pretende dar a conhecer um pouco mais sobre este método de aprendizagem baseado em problemas que ainda é tão desconhecido da generalidade da população portuguesa.
Margarida Coutinho,
Aluna do 2ºano do Mestrado Integrado em Medicina
Universidade do Algarve

Documentário ILHA no Pátio 5ªf 21Out 21:30

Sinopse... num tempo de rápidos consumos onde o agora reina, descobriremos em conjunto, uma praia e a sua aldeia piscatória, cujos habitantes teimam em resistir ao imediatismo dos dias de hoje mantendo hábitos ancestrais de contacto profundo com a grande natureza. Sairemos e entraremos na vida dos seus habitantes, tendo como co-anfitriões animais marinhos e uma variedade invejável de espécies de aves movimentando-se em paisagens paradisíacas.   Viajaremos tranquilamente pelos canais desta ria que faz justiça ao seu nome, contemplaremos pores-de-sol e a Lua no Atlântico Norte que parecerão encenados de tanta beleza.
Iremos viver uma praia, um espaço/ente que se dá a cada segundo das nossas existências sem pedir nada em troca.
Este Documentário foi integralmente filmado na Ilha de Faro entre 2008 e 2009... a partir de uma ideia de Mauro Amaral, realizado por Carlos Fraga e Mauro Amaral... Musica de André Capela... Textos de João Bentes e Pedro Afonso... Narração a voz de José Mário Branco.

Café Ocenao...

O CaféOceano traz mais uma problemática dos nossos dias... Maria Gonzalez Rey Investigadora do Centro de investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Algarve UALG...apresenta o tema
"Os produtos farmacêuticos que vão para o mar"
4ªf. 20 Outubro 18:30 

Novos Chás...

Introdução de novos Chás no Pátio B@r...
apresentamos  Chá de Hibisco e Bagas Silvestres
Composição: flor de hibisco, bagas silvestres (arônia ou abrunheiro silvestre e espinheiro negro) frutos de rosa silvestre (rosa-canina) e folhas de menta (hortelã).
As rosas silvestres e os hibiscos são ricos em vitamina C, contribuem para o aumento do tônus e o fortalecimento geral do organismo. A aronia (do grego “ajuda”, “utilidade”) e o endrino e as mentas são ricos em vitaminas, minerais e outras substâncias biologicamente activas, contribuem para a regularização da actividade do organismo. Uma chávena de chá não só aquecerá e levantará o humor, mas também influenciará beneficamente no trabalho do seu organismo, graças à acção dos componentes naturais.

A Gaveta da Pedra chega ao Pátio

5ª feira  14Outubro  ás 21:30 
Projecção de Film e Performance
O QUÊ.
Um homem é a sua gaveta.   Vive só.   Unicamente só.
Fala com partes de si que já morreram.
Mortos gravados na pedra.   No coração.   Porque é da ausência que se fala.
E ele ama o que vive na pedra.   Porque é das raízes o som que se reclama. 
E também ele se despede das sombras.   Do cão que canta dentro.
O Homem mortal.   O homem gaveta de memórias feito da pedra coração.
PORQUÊ.
«Com a Lucidez renasce a esperança e a sobrevivência» 
COMO. 
«Para aprovação da expectativa
perante o ritmo no seu estado mais puro, ossos crescem nos subúrbios deserdados árvores inspiradas desde a tenra infância
causam sensações de estranheza
e pequenos fenómenos híperactivos constituem uma espécie de antídoto à solidificação da pedra na gaveta
acto___Beacto Inácio
texto___Rogério Cão

Fado de Coimbra

Fado com Ecos de Coimbra  e Tertúlia com o tema Autores e Cantores de Coimbra 
ás 21:30 da 4ªfeira29 Setembro



Desenho do Artista Plástico (Alte 1937)
Daniel Vieira
exposição a 8 Maio 2010  
"Fado e outras músicas" na  
Fabula Urbis em Lisboa


Fado de Coimbra...


"Ecos de Coimbra" 
com o tema 
"Coimbra canta Portugal"
sexta 27 Agosto 21h30

José Maria Oliveira e Orlando Almeida_Guitarra Portuguesa,
Maurício Fernando Monteiro_Guitarra clássica dita viola de acompanhamento, 
e por Joaquim Rogério e
António Vinagre como cantores, entre outros

Ensaio Aberto...

3ª fª 3 AGOSTO 16h
...é um saxofonista português focado essencialmente na contemporaneidade artística sob as suas mais diversas formas, dividindo as suas actividades em vários projectos que vão desde a música de câmara até a performances multimédia, com um especial foco nas práticas da improvisação e electrónica em tempo real (tema onde efectua pesquisa frequentemente).     Gilberto conta já com várias apresentações na Europa (especialmente Portugal, Espanha e Holanda). Como solista podemos destacar as suas apresentações com a Orquestra Gulbenkian, Orquestra de Sopros da União Europeia, a recente criada Banda Sinfónica Portuguesa, assim como em vários festivais.     É de destacar também o seu trabalho regular nos agrupamentos Quarteto de Saxofones do Porto, Quarteto Unisax e Blank Page.

Teresa Matias_Flauta de Bisel     ...nascida em Loulé em 1978 frequenta actualmente o prestigiado Conservatório de Amesterdão na classe de Paul Leenhouts (Amsterdam Loecki Stardust Quartet).   Enquanto artista, Teresa Matias, foca o seu projecto musical na contemporaneidade da estética sonora, com um foco especial na música electroacústica, na produção musical em tempo real e na reflexão sobre o papel da performance musical nos dias de hoje.    Foi desde os 6 anos de idade que Teresa frequentou o Conservatório Maria Campina onde aprendeu Ballet, Piano e Flauta de Bisel.   A sua formação superior conta com uma licenciatura na Faculdade de Motrocidade Humana e outra na Escola Superior de Música de Lisboa, a qual veio a terminar com elevada classificação.

Procura-se... Fotografia para Capa e ContraCapa

 ...da Antologia de Textos de "A Arte de Varrer o Pátio" que só precisa ser  "capturada" no Espaço do Pátio   
"A Arte de varrer o Pátio"
Seguindo a iniciativa desenvolvida pelo Pátio de Letras em a “Árvore da Poesia”, onde frequentadores deste espaço, sereno a céu aberto, contribuíram com o seu saber, colocando em prática a ideia, leva-se a terreno “A Arte de Varrer o Pátio”. Esta acção tem como finalidade cimentar a relação entre o público e o espaço, através da escrita em Prosa ou em Poesia, identificando momentos específicos entre ambos, marcando assim a relação frequentador - espaço ou o reflexo espaço - frequentador.
... como participar ???* Tema Livre em Prosa ou Poesia
* Limite de 2 páginas A4
*
Data de entrega até 31 JULHO 2010
* Entrega
por E.mail ao opatiobar.faro@gmail.com identificado com nome e contacto telefónico
Os trabalhos
entregues serão previamente seleccionados por uma comissão constituída para o efeito.
O destino
desta Antologia de Textos será a publicação de uma Edição comemorativa do 2º Aniversário do Pátio B@r.

Fado... no Pátio

 4ª feira 28 Julho ás 21:30
Ecos de Coimbra com o tema  "AMOR"

...à aventura pelo Algarve

... vindo de Kiel (Alemanha), Dörte e Linnea mostram o encanto da guitarra e da flauta transversal aqui no Pátio numa matiné.   Na sua bagagem traziam um reportório musical de origem irlandesa, suécia e balcã.  
...teremos novamente a oportunidade de as ver e ouvir neste  
Sáb 17de Julho por volta das 21h...
Dörte e Linnea são dois dos membros da banda Sominka formada em 2006, composta por mais três músicos... Jonathan na voz, guitarra e banjo... Felicitas com o djembe... Johanna no violino e viola d'arco

café com arte... na Chaf@rica


Pouco importa se não somos apelidados de Espaço Cultural, apraz-nos dizer que o trabalho não cabe “ao café”, mas se este serve para modificar nem que seja um só pensamento, o de não se deixar aprisionar, então este facto não lhe tira valor nem vigor, antes lhos acrescenta. Nas palavras de Agostinho da Silva “ O espirito afirma-se resistindo às classificações”. O nosso trabalho não vai além de uma tentativa de melhorarmo-nos através de experiências, saberes e conhecimentos que nos são entregues por quem se predispôs a apresenta-los, expandindo assim o saber e os conhecimentos de todo o tipo, podendo em simultâneo melhorar-se, pois a repetição traz atrás de si o melhoramento. O Iluminismo enquadra-se no Séc. XVIII; é conhecido pelo “Séc. das Luzes”, entende-se por luminismo um meio para atingir o progresso. É presença marcante de pares opostos e complementares: despotismo e tolerância; razão e emoção; progresso e tradição; filósofos e anti filósofos; clássicos e românticos; cultura e politica; o respeito do gosto único versus a defesa de inspiração individual e um pensamento que defende as artes mecânicas e os artesãos. Grosso modo predomina a razão e a lógica, a defesa da tolerância e a veemente permuta de ideias e de criações. O centro do conhecimento desloca-se da corte para os cafés, clubes e redações de imprensa política. A “Chafarica”, espaço café com arte é criada mediante dois conceitos: O primeiro incide na exposição tanto quanto possível, no encadeamento dos conhecimentos humanos, a segunda, os princípios gerais de base e os que lhe dão corpo e substância, o negócio em si. Encontramos neste perfil, componentes que são um “reflexo” do Séc. das luzes. Pretendemos deste modo concretizar um sonho, o de trabalhar em algo de que se gosta e que se acredita. A “Chafarica”, um café com arte, pretende tornar-se um lugar de convívio; de tertúlia; de confidência/inconfidência; de reflexão; de crítica; de inconformismo; de discussão… A “Chafarica” como espaço de memória/desmemória; de cultura; de letras; de ciência; de artes; de construção e desconstrução; de encontro e desencontros… A “Chafarica” como lugar de lazer; de conforto; de ócio; de emoção… A “Chafarica” é um espaço de sociabilidade; de convivência entre pessoas. A “Chafarica” pretende vir a ser um espaço onde o individuo inconformado poderá trabalhar-se, seja no individual, seja no coletivo, com todas as suas consequências inerentes daí resultantes para o desenvolvimento social. Somos aprendizes, pretendemos melhorar, partindo do princípio que cada trabalho tem um cariz pedagógico e que este é contínuo, demorado e eterno. … mas a “Chafarica” pretende também ser um simples café, onde chegamos, bebemos e saímos… com vontade de voltar.


Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.

Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.
Espaço de Sociabildade de convivência, tiveram um papel crucial no desenvolvimento da consciência colectiva e critica face ás ideologias hegemónicas. Foram históricamente lugares de pensamentos alternativos onde se divulgaram projectos Culturais e Politicos. Os Cafés têm perdido um pouco de centrabilidade cultural perante outros espaços, à custa de um "desenvolvimento perverso" há riqueza e diversidade Cultural que se está a perder, mas não tem que ser assim. Os Cafés não têm necessariamente de desaparecer, transformar (o) Espaço em Café de Espaço Cultural, Eventos recreativos e Lúdicos, são algumas sugestões e acima de tudo recriar novas formas de convívio. Dando assim inicio ao Projecto "Gritando Silênciosamente..."

Nº de Curiosos...

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