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... in Concert

LaChansonNoire_Concerto_Sex 9ABRIL ás 22h





LaChansonNoire, dentro da sua verdura existencial, é uma das mais promissoras e irreverentes propostas da música popular portuguesa. Num panorama já cansado de dinossauros em repetição, LaChansonNoire mostramos o lado negro da Música Popular Portuguesa – explica-nos com ironia uma faceta da musica pop demasiado negra e mordaz para ser até hoje dar frutos significativos no panorama nacional. Imerso em influências musicais portuguesas das mais audazes (como Variações, Jorge Palma ou Mão Morta) assim como no gótico anglo-saxónico, este projecto resulta num caldeirão de música negra, vaudevillesca, estranha, mas também fresca e inovadora – cantada em português, inglês ou francês, sempre piscando o olho tanto aos rádio edits como ao bombo e à guitarra portuguesa.   


Charles Sangnoir_Carlos Monteiro_estuda e compõe musica desde 1992. Frequentou diversos workshops de expressão vocal e instrumental.   A partir de 1996 integrou a orquestra de percussão Tocá Rufar onde estudou, entre outros, sob a tutela de Rui Júnior (O Ó Que Som Tem?), João Luis Lobo (Zappanoia, Janita Salomé), ou José Martins (Trovante, Amélia Muge).   Neste período, Carlos Monteiro estudou igualmente percussão clássica na S.M. Timbre Seixalense com João Colaço.   Em 1999, integra a Escola Profissional de Música de Almada onde, entre outras disciplinas, estudou Piano com Isabel Prata e canto com a Soprano Elvira Ferreira ou Música e Novas Tecnologias com o Senhor da Rádio Rui Remígio.    No princípio do Milénio funda com Simão Santos (Grog, Namek) a NETLABEL Necrosymphonic Entertainment e é um dos associados originais da Barulho/Associação de Músicos do Seixal.

La Chanson Noire é um projecto criado por Sua Alteza Charles Sangnoir, Decadente Extraordinaire.


O projecto foi criado em 2007, e procura juntar uma série de estilos e elementos aparentemente contraditórios, 




tal como o folclore Português, o gótico, a pop, o punk, e o que mais apareça!

ACÇÃO T E A T R A L Um Acto AMBIENTE de RuiCabrita Um AMBIENTE sonoro do Aires e do LuisConceição A palavra sobre o AMBIENTE do Prof. JoséLouro

... deste evento, sabemos nós que esta É sómente uma pequena mostra do que se faz por cá... a notar que o dia da apresentação neste Espaço Multicooltural será no dia 12 Junho por volta das 21:30 no "Pátio de Letras" & "Pátio B@r" em Faro...


Do alto do muro a vista era ambivalente: De um lado, esperava-o um campo aceso de lajes – AQUI JAZ. ALI JAZ. Um campo de ossos, fotografias e epitáfios, semeados por mensagens de despedida ou saudade e ardentes chamas trémulas. Enquanto do outro se apresentava a cidade: Fantasmagoricamente iluminada pelas luzes indecisas dos candeeiros; guardada pelos cães vadios as gruas de aço. Onde, dentro das casas e edifícios, supostamente deitados sobre colchões e lençóis pestilentos, os peitos dos homens e das mulheres horizontais, cravados de ódios e maledicências, levantavam-se e baixavam-se ao ritmo de inspirações mais ou menos inconscientes. ELES RESPIRAM, PENSOU O AMPUTADO.

Algoz___Guarda prisional. Regista pensamentos e acontecimentos.
Anão___Sofre de mau hálito. É o braço esquerdo do inspector.
Anjo___Ao cair na terra concretiza a sua vontade.
Cão___Vagabundo. Amigo. Não ladra, não morde, não rosna. Preconiza um milagre.
Coveiro___Sofre de conjuntivite crónica. Não sabe rezar.
Escritor___É condenado.
Inspector___Acredita em Deus e exerce o poder que detém.
Inspector-adjunto___Estrábico e praticante de yoga.
Menino___Sofre de uma tosse persistente.
Mulher___Mãe do menino e ex-mulher do algoz.
Peixe___Habita um aquário redondo na casa do algoz. Assiste impávido à mutilação.
Primavera___Estação climática vigente. Transporta chuva e vento.
Velho___Sabe o crime e o milagre. Conhece como ninguém as leis do borboto.



café com arte... na Chaf@rica


Pouco importa se não somos apelidados de Espaço Cultural, apraz-nos dizer que o trabalho não cabe “ao café”, mas se este serve para modificar nem que seja um só pensamento, o de não se deixar aprisionar, então este facto não lhe tira valor nem vigor, antes lhos acrescenta. Nas palavras de Agostinho da Silva “ O espirito afirma-se resistindo às classificações”. O nosso trabalho não vai além de uma tentativa de melhorarmo-nos através de experiências, saberes e conhecimentos que nos são entregues por quem se predispôs a apresenta-los, expandindo assim o saber e os conhecimentos de todo o tipo, podendo em simultâneo melhorar-se, pois a repetição traz atrás de si o melhoramento. O Iluminismo enquadra-se no Séc. XVIII; é conhecido pelo “Séc. das Luzes”, entende-se por luminismo um meio para atingir o progresso. É presença marcante de pares opostos e complementares: despotismo e tolerância; razão e emoção; progresso e tradição; filósofos e anti filósofos; clássicos e românticos; cultura e politica; o respeito do gosto único versus a defesa de inspiração individual e um pensamento que defende as artes mecânicas e os artesãos. Grosso modo predomina a razão e a lógica, a defesa da tolerância e a veemente permuta de ideias e de criações. O centro do conhecimento desloca-se da corte para os cafés, clubes e redações de imprensa política. A “Chafarica”, espaço café com arte é criada mediante dois conceitos: O primeiro incide na exposição tanto quanto possível, no encadeamento dos conhecimentos humanos, a segunda, os princípios gerais de base e os que lhe dão corpo e substância, o negócio em si. Encontramos neste perfil, componentes que são um “reflexo” do Séc. das luzes. Pretendemos deste modo concretizar um sonho, o de trabalhar em algo de que se gosta e que se acredita. A “Chafarica”, um café com arte, pretende tornar-se um lugar de convívio; de tertúlia; de confidência/inconfidência; de reflexão; de crítica; de inconformismo; de discussão… A “Chafarica” como espaço de memória/desmemória; de cultura; de letras; de ciência; de artes; de construção e desconstrução; de encontro e desencontros… A “Chafarica” como lugar de lazer; de conforto; de ócio; de emoção… A “Chafarica” é um espaço de sociabilidade; de convivência entre pessoas. A “Chafarica” pretende vir a ser um espaço onde o individuo inconformado poderá trabalhar-se, seja no individual, seja no coletivo, com todas as suas consequências inerentes daí resultantes para o desenvolvimento social. Somos aprendizes, pretendemos melhorar, partindo do princípio que cada trabalho tem um cariz pedagógico e que este é contínuo, demorado e eterno. … mas a “Chafarica” pretende também ser um simples café, onde chegamos, bebemos e saímos… com vontade de voltar.


Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.

Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.
Espaço de Sociabildade de convivência, tiveram um papel crucial no desenvolvimento da consciência colectiva e critica face ás ideologias hegemónicas. Foram históricamente lugares de pensamentos alternativos onde se divulgaram projectos Culturais e Politicos. Os Cafés têm perdido um pouco de centrabilidade cultural perante outros espaços, à custa de um "desenvolvimento perverso" há riqueza e diversidade Cultural que se está a perder, mas não tem que ser assim. Os Cafés não têm necessariamente de desaparecer, transformar (o) Espaço em Café de Espaço Cultural, Eventos recreativos e Lúdicos, são algumas sugestões e acima de tudo recriar novas formas de convívio. Dando assim inicio ao Projecto "Gritando Silênciosamente..."

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