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Exibição do Documentario ILHA

"ILHA" Documentário da autoria de MauroAmaral, uma produção da LivremeioProduções, co-realização de CarlosFraga e MauroAmaral, com narração de JoséMárioBranco, música de AndréCapela executada pela Banda “Almoços” e textos de JoãoBentes e PedroAfonso, o documentário “ILHA” foi filmado durante ano e meio seguindo o ciclo natural das estações, no interior da praia de Faro e da sua aldeia piscatória, cujos habitantes teimam em resistir ao imediatismo dos dias de hoje, mantendo hábitos ancestrais de contacto profundo com a grande natureza.
É um documento intimista e plural que aborda a autenticidade dos pescadores e o medo de verem as suas casas demolidas pelo "Polis Ria Formosa", um programa governamental para requalificar 48 quilómetros de frente costeira desde a Praia de Vale do Lobo até Vila Real de Santo António.

sáb 11 Maio 18h

Este filme teve a sua estreia a 25 de Abril de 2010, na RTP 2. Já foi emitido em todos os continentes através da RTP internacional e ganhou o 1º Prémio prémio na Categoria “Mar e Praia” do FINISTERRA – Arrábida Film Art & Tourism Festival, entre 96 filmes de produtores independentes e regiões de turismo, oriundos de 17 países de vários continentes, exibidos no certame que decorreu entre 23 de maio e 3 de Junho.

Apresentação do Livro "A cidade islâmica de Faro" 4Maio 17h

Apresentação do livro "A Cidade Islâmica de Faro" de FernandoPessanha 
“A Cidade Islâmica de Faro” é um trabalho que visa assinalar os 1300 anos de um dos acontecimentos mais importantes para a História e Identidade Patrimonial algarvia: o início do domínio islâmico em Faro. A então cidade de Ukxûnuba – nome que também designava a região de que inicialmente era capital – começou entretanto a ser mencionada pelas fontes árabes através da literatura de viagens, masalik wa-a-mamalik, género literário muito em voga nas cortes muçulmanas da Idade Média. É exactamente nestas fontes que encontramos inúmeras referências ao al-Gharb e particularmente à antiga cidade de Faro, a Ukxûnuba islâmica, posteriormente Santa Maria al-HarunPor outro lado, também as várias prospecções e escavações arqueológicas que se têm vindo a realizar desde 1933 têm permitido aprofundar o nosso conhecimento relativamente às estruturas urbanas, à economia e ao modus vivendi das populações que habitaram Faro durante o domínio muçulmano.
O presente trabalho pretende, portanto, não só assinalar os 1300 anos do início do domínio islâmico na cidade de Faro e no Algarve, como também esclarecer de uma forma clara e resumida a presença islâmica na cidade, recorrendo aos mais actualizados estudos arqueológicos e às fontes escritas que subsistiram até aos nossos dias».
sábado 4 Maio 17h

Musicaaa



23Maio sáb
ás 22h00


“BE & BOP


Um duo de puro jazz.
Dois veteranos do Jazz nacional juntam-se num projecto pouco comum: contrabaixo e voz.
A proposta é também pouco usual: Alguns dos velhos "standards" revisitados bem como os temas dos grandes mestres do Bebop, abordados sem complexos, numa mistura entre a língua de Camões e a Avenida 52.
Seguramente um interessante desafio aos intérpretes e aos ouvintes e um espectáculo com caracteristicas únicas.
Be & Bop está na rua e, entre as linhas angulosas das melodias do Bebop, estão as histórias de todos nós. Aqueles que caminhamos nas ruas da Vida.

Zé Eduardo (contrabaixo) & Manuela Lopes (voz)


café com arte... na Chaf@rica


Pouco importa se não somos apelidados de Espaço Cultural, apraz-nos dizer que o trabalho não cabe “ao café”, mas se este serve para modificar nem que seja um só pensamento, o de não se deixar aprisionar, então este facto não lhe tira valor nem vigor, antes lhos acrescenta. Nas palavras de Agostinho da Silva “ O espirito afirma-se resistindo às classificações”. O nosso trabalho não vai além de uma tentativa de melhorarmo-nos através de experiências, saberes e conhecimentos que nos são entregues por quem se predispôs a apresenta-los, expandindo assim o saber e os conhecimentos de todo o tipo, podendo em simultâneo melhorar-se, pois a repetição traz atrás de si o melhoramento. O Iluminismo enquadra-se no Séc. XVIII; é conhecido pelo “Séc. das Luzes”, entende-se por luminismo um meio para atingir o progresso. É presença marcante de pares opostos e complementares: despotismo e tolerância; razão e emoção; progresso e tradição; filósofos e anti filósofos; clássicos e românticos; cultura e politica; o respeito do gosto único versus a defesa de inspiração individual e um pensamento que defende as artes mecânicas e os artesãos. Grosso modo predomina a razão e a lógica, a defesa da tolerância e a veemente permuta de ideias e de criações. O centro do conhecimento desloca-se da corte para os cafés, clubes e redações de imprensa política. A “Chafarica”, espaço café com arte é criada mediante dois conceitos: O primeiro incide na exposição tanto quanto possível, no encadeamento dos conhecimentos humanos, a segunda, os princípios gerais de base e os que lhe dão corpo e substância, o negócio em si. Encontramos neste perfil, componentes que são um “reflexo” do Séc. das luzes. Pretendemos deste modo concretizar um sonho, o de trabalhar em algo de que se gosta e que se acredita. A “Chafarica”, um café com arte, pretende tornar-se um lugar de convívio; de tertúlia; de confidência/inconfidência; de reflexão; de crítica; de inconformismo; de discussão… A “Chafarica” como espaço de memória/desmemória; de cultura; de letras; de ciência; de artes; de construção e desconstrução; de encontro e desencontros… A “Chafarica” como lugar de lazer; de conforto; de ócio; de emoção… A “Chafarica” é um espaço de sociabilidade; de convivência entre pessoas. A “Chafarica” pretende vir a ser um espaço onde o individuo inconformado poderá trabalhar-se, seja no individual, seja no coletivo, com todas as suas consequências inerentes daí resultantes para o desenvolvimento social. Somos aprendizes, pretendemos melhorar, partindo do princípio que cada trabalho tem um cariz pedagógico e que este é contínuo, demorado e eterno. … mas a “Chafarica” pretende também ser um simples café, onde chegamos, bebemos e saímos… com vontade de voltar.


Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.

Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.
Espaço de Sociabildade de convivência, tiveram um papel crucial no desenvolvimento da consciência colectiva e critica face ás ideologias hegemónicas. Foram históricamente lugares de pensamentos alternativos onde se divulgaram projectos Culturais e Politicos. Os Cafés têm perdido um pouco de centrabilidade cultural perante outros espaços, à custa de um "desenvolvimento perverso" há riqueza e diversidade Cultural que se está a perder, mas não tem que ser assim. Os Cafés não têm necessariamente de desaparecer, transformar (o) Espaço em Café de Espaço Cultural, Eventos recreativos e Lúdicos, são algumas sugestões e acima de tudo recriar novas formas de convívio. Dando assim inicio ao Projecto "Gritando Silênciosamente..."

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