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exposições *Espantalhos* & *An'Ivo*

sáb 9 Novembro 17h  
Exposição e mostra de  
*E S P A N T A LH O S  ou Sentinelas do campo* criativos e originais
... imaginados e concebidos por quem se dedica à arte, à criação e principalmente SENTE a arte... 
aberto a todos 
seguindo-se de um PicNic colectivo
junta-te a nós e participa PARTICIPANDO

 
logo a seguir temos uma inauguração

Exposição  *An'Ivo*

Ana Martins pinta sobre madeiras gastas pelo tempo... 
o tema eleito além dos amados burritos são as aves e peixes da Ria Formosa
Ivo Martins expôe pela primeira vez o seu trabalho representam
 estudos - esboços e rascunhos da figura humana...
sáb 9 Novembro 19:30h inauguração 

Exposição "Expressões da Matéria"

Pintura e Escultura  exposição patente até 15 Setembro de Marcos Reisnascido em Tavira em 1956.

Desde muito cedo que começou a ter interesse pelas artes plásticas, fez uma pequena formação de escultura nas atividades extra escola-
res. Tornando-se autodidata. Só mais tarde em 1982 é que faz a sua primeira exposição coletiva na Câmara Municipal de Alcochete, e a partir dai efetuou várias exposições coletivas e individuais, está representado em Portugal e no estrangeiro em varias coleções particulares não só com pintura mas também com montagens fotográficas, mais uma das suas grandes paixões. 


1981 ExposiçãoColetiva na Câmara Municipal de Alcochete (festas do barrete verde) 1981 ExposiçãoColetiva na galeria de arte da festa do Avante 1982 ExposiçãoColetiva na galeria de arte da feira popular 1982 ExposiçãoColetiva na galeria de arte Codilivro 1983 ExposiçãoColetiva lembrar Moita Macedo Codilivro 1984 ExposiçãoIndividual no bar galeria B’arte 1984 ExposiçãoIndividual na galeria de arte Codilivro 1984 ExposiçãoColetiva na galeria de arte Codilivro 2013 Praçartes encontro de artistas plásticos no Fundão
   Teve depois um interregno para se dedicar a outras atividades na área do restauro de património como azulejo, mobiliário, pedra, ferro, talha dourada etc… 

sábado 24 Agosto 19:30h

encerramento da exposição "ETHER"

Exposição “Ether” de
ESTER COSTA
   O meu trabalho é baseado na vivência dos dramas e sonhos passados. Sonhos e dramas presentes e futuros. Esperança que da cabeça da Mulher saiam pássaros e asas permitindo-nos a todos voar, libertarmo-nos em vidas independentes e individuais ou coletivas; mas com um destino poético, onírico, com a leveza dos grandes horizontes da humanidade.

   Do passado tenho bem guardados 40 anos de atividades diversas como docente em artes plásticas no ensino especial, com uma amálgama de deficiências entre a deficiência mental, os deficientes profundos, portadores de baixa visão e cegos, que pelo tirocínio e atividade laboratorial se transformaram em arte terapia, conhecimento implícito para o sucesso incontornável desta atividade que sempre me apaixonou.

   O nome desta exposição deve-se a um enorme desejo de uma plenitude de descanso e paz, dai advindo o nome ether.   A volatilidade de tudo quanto está presente e que também se pode evaporar subitamente no nada, no vazio e no espaço ignorado.

ao centro da nossa sala de exposição temos a "Vaca Magra" da autoria de João Pedro Rodriguez... trabalhada em casquinha envelhecida

ENCERRAMENTO com beberete
sáb 13 Julho 19:30h


Pintura e Desenho_WorkShop infantil

WorkShop de Pintura e DesenhO *trazer de casa o material que tiver, folhas, lápis e borracha, lápis de cor, tintas, compassos ou esquadro...
Serão dadas aulas consoante se vai desenhando e criando...
Orientação artística por Leonor Sousa
domingo 18 Março 16h

café com arte... na Chaf@rica


Pouco importa se não somos apelidados de Espaço Cultural, apraz-nos dizer que o trabalho não cabe “ao café”, mas se este serve para modificar nem que seja um só pensamento, o de não se deixar aprisionar, então este facto não lhe tira valor nem vigor, antes lhos acrescenta. Nas palavras de Agostinho da Silva “ O espirito afirma-se resistindo às classificações”. O nosso trabalho não vai além de uma tentativa de melhorarmo-nos através de experiências, saberes e conhecimentos que nos são entregues por quem se predispôs a apresenta-los, expandindo assim o saber e os conhecimentos de todo o tipo, podendo em simultâneo melhorar-se, pois a repetição traz atrás de si o melhoramento. O Iluminismo enquadra-se no Séc. XVIII; é conhecido pelo “Séc. das Luzes”, entende-se por luminismo um meio para atingir o progresso. É presença marcante de pares opostos e complementares: despotismo e tolerância; razão e emoção; progresso e tradição; filósofos e anti filósofos; clássicos e românticos; cultura e politica; o respeito do gosto único versus a defesa de inspiração individual e um pensamento que defende as artes mecânicas e os artesãos. Grosso modo predomina a razão e a lógica, a defesa da tolerância e a veemente permuta de ideias e de criações. O centro do conhecimento desloca-se da corte para os cafés, clubes e redações de imprensa política. A “Chafarica”, espaço café com arte é criada mediante dois conceitos: O primeiro incide na exposição tanto quanto possível, no encadeamento dos conhecimentos humanos, a segunda, os princípios gerais de base e os que lhe dão corpo e substância, o negócio em si. Encontramos neste perfil, componentes que são um “reflexo” do Séc. das luzes. Pretendemos deste modo concretizar um sonho, o de trabalhar em algo de que se gosta e que se acredita. A “Chafarica”, um café com arte, pretende tornar-se um lugar de convívio; de tertúlia; de confidência/inconfidência; de reflexão; de crítica; de inconformismo; de discussão… A “Chafarica” como espaço de memória/desmemória; de cultura; de letras; de ciência; de artes; de construção e desconstrução; de encontro e desencontros… A “Chafarica” como lugar de lazer; de conforto; de ócio; de emoção… A “Chafarica” é um espaço de sociabilidade; de convivência entre pessoas. A “Chafarica” pretende vir a ser um espaço onde o individuo inconformado poderá trabalhar-se, seja no individual, seja no coletivo, com todas as suas consequências inerentes daí resultantes para o desenvolvimento social. Somos aprendizes, pretendemos melhorar, partindo do princípio que cada trabalho tem um cariz pedagógico e que este é contínuo, demorado e eterno. … mas a “Chafarica” pretende também ser um simples café, onde chegamos, bebemos e saímos… com vontade de voltar.


Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.

Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.
Espaço de Sociabildade de convivência, tiveram um papel crucial no desenvolvimento da consciência colectiva e critica face ás ideologias hegemónicas. Foram históricamente lugares de pensamentos alternativos onde se divulgaram projectos Culturais e Politicos. Os Cafés têm perdido um pouco de centrabilidade cultural perante outros espaços, à custa de um "desenvolvimento perverso" há riqueza e diversidade Cultural que se está a perder, mas não tem que ser assim. Os Cafés não têm necessariamente de desaparecer, transformar (o) Espaço em Café de Espaço Cultural, Eventos recreativos e Lúdicos, são algumas sugestões e acima de tudo recriar novas formas de convívio. Dando assim inicio ao Projecto "Gritando Silênciosamente..."

Nº de Curiosos...

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