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PopSerrenho na Chafarica

feira  26  Novembro  21h

Francisco Sousa Algarvio de Tavira
apresenta o seu Projeto *Pop Serrenho* 
recriações de músicas Tradicionais do Algarve

relembramos que para jantar é necessário marcar para o 918 797 904
 
 e mais 

Exilados - Edições Cativa - 2013 do autor Vítor Gil Cardeira.

O final do livro "Exilados" ...O homem que agora era aspirava ao que nunca seria alcançável e por isso fugia da felicidade. De uma mulher que percorria a cidade cavalgando na leve montada da loucura, levava apenas a saudade. A saudade que também reclamava da vida de outrora. Uma vida aos supetões pela inútil irrealidade. Pelos risíveis caminhos do sonho. Nós que dispomos da narrativa ao sabor do vento. Que criamos o possível a partir do impossível e revelamos apenas o que viabiliza o discurso. Que sujeitamos palavras e encadeamentos sintáticos, tão válidos como outros quaisquer, dominamos apenas o que aconteceu e está a acontecer: o passado e o presente.   Na ficção não há devir nem futuro. Por muito pensamento que preceda a pena, é esta que conduz o tempo e a ação. Dito isto, direi, passe a redundância, para terminar a presente, que já vai longa; sempre a pena a conduzir o inconsciente; que o novo e nosso homem repousa agora o corpo metamorfizado num banco de comboio, atravessando a paisagem a uma velocidade estonteante. Comprou bilhete para o primeiro comboio a demandar a estação central. É um clássico: viagem sem destino para fugir ao destino. Deixa para trás tudo o que o tempo havia impregnado no seu ser. Agora, tabula rasa, será um homem à procura de eternidade. As paisagens desfilam, indefinidas, como fotogramas analógicos montados ao acaso, no seu olhar perdido. Sim agora compreendia a infinita discussão dos homens sobre o sexo dos anjos. Uma alegoria sobre a condição humana...

Apresentação de 2 Obras poéticas de Manuel Neto dos Santos

Manuel Neto dos Santos nasceu em Alcantarilha  a 21 Janeiro 1959.
Autor de vastissima e multifacetada obra poética, grande parte dela ainda inédita.
De matriz classicista, as suas 13 obras já editadas, revelam-nos a sua essência telúrica, remetendo-nos para marcada ascendência arábigo-andalusa.
Poeta de nítido sensualismo, ritmo e luminosidades claramente sulinos, verseja o universo da riqueza de todo um léxico, no prismático filigrana da Língua, profundo e onírico; a frescura de uma voz tão distinta, livre, única, quanto universal.
*Sulino* é um livro de poesia de um dos maiores nomes da poesia portuguesa, o algarvio ManuelNeto dos Santos. 
   A sua intensa actividade cultural remonta aos anos de adolescência culminando com o seu reconhecimento público na atribuição de uma nomeação para o Prémio Primus Inter Pares (Artes e Letras) ao lado de Lídia Jorge e Casimiro de Brito, referente a 98/99.   No plano geral da sua obra, a cor é celebrada através dos versos, das imagens vivas, numa ascensão do homem para o transcendente.   O sujeito lírico na sua reflexão e auto-análise.    O léxico da sua poesia é erudito, rigoroso, no seu intimismo natural.   A sua estrutura poemática assenta na rima rica, a que um certo parnasianismo, e a atmosfera barroca do verso alexandrino conferem a dinâmica vocal, secundada pelo visualismo das figuras de estilo, visando a pura locução.*Claves do sol e da lua* ...Em Claves o poeta faz o diálogo, com três vozes poéticas. E cada voz traz o seu próprio timbre, onde se conjugam duas matrizes: o solar e lunar... 
da editora ARANDIS
sexta 11 Outubro 21:30h

Livro_"Património Bukowski"

apresentação do livro de FernandoEstevesPinto  
"Património Bukowski"
leituras por TâniaSilva e PedroMonteiro dos te.Atrito
apresentado pelo amigo JoséBívar
 sexta 9 Agosto 21h
 
Sinopse:
Eu compreendo. Quando uma mulher se sente rejeitada, já não é a mesma mulher. Transforma-se na mulher mais ardilosa que possa existir. Sentimos nela tudo aquilo que ela escondeu de nós. Neste caso, ela tornou-se menos confessional. Simplesmente deixou de negociar comigo qualquer tipo de envolvimento. Fez-me sentir o quanto eu estava em perda, que era eu o rejeitado. No fundo, ela invertera a situação que criara, soubera substituir uma negação por uma espécie de pequena vitória. Na ideia dela havia sempre alguém encarregue de transportar o testemunho do seu impulso sexual, alguém no lugar do outro que desiste a meio de uma corrida, e com ela se dispunha atingir a meta da satisfação. E foi precisamente isso que ela me deu a entender.
 

apresentação do Livro "Retratos da Palavra Ninguém" de JoséPaulino




José Paulino nasceu em Olhão mas vive em Faro, é Licenciado em Psicologia Clínica e frequenta o último ano do Mestrado de Neuropsicologia e Neurociências Cognitivas da Universidade do Algarve.  

Com ilustrações do artistaPauloSerra,"Retratos da Palavra Ninguém" é uma autobiografia existencialista romanceada ao jeito de "Les Paroles" de Jean-Paul Sartre, onde o personagem, o narrador e o ser humano se misturam na narração, e onde um paciente de um psicólogo de província, na ausência deste, se aproveita e viola os seus arquivos.
sáb 13 Julho 21h

"Encontros Improváveis" de Fernando Pessanha 23 Junho 18h

"Encontros Improváveis" de FernandoPessanha
Trata-se de uma obra de ficção onde histórias aparentemente distintas acabam por se interligar através de acontecimentos que influenciam a vivência dos vários personagens que compõem os distintos planos de acção. De um modo geral, o enredo apresenta-se como um "microcosmos" que tem como pano de fundo a complexidade das relações humanas e sociais e a maneira subtil como estas são determinantes na realidade de terceiros.

dom 23 Junho 18h


"O Ouro dos sábios... ou um certo desnorte na Maçonaria" a 21 Junho 21h

"O Ouro dos Sábios... ou um certo desnorte na Maçonaria" - de Jorge Magalhães e prefácio do Luís de Matos.
sinopse - José e António são Iniciados em 1979 no Grande Oriente Lusitano (GOL) ... âmbos com 30 anos. Quando da cisão que dá origem à Grande Loja Regular de Portugal (GLRP), um fica - o José... agnóstico - e outro parte - o António... cristão. Uma trama entre "altos graus", "ordens" e "confrarias", tenta que uma certa “mensagem” não seja passada. Os monárquicos agitam-se em torno do Alferes da Pátria, e a promiscuidade entre as hostes de S. João e de S. Pedro manifesta-se na Academia do Alho Pôrro, por referência ao Quinto Império e ao Espírito Santo... e no quotidiano dos Obreiros. Um mundo paralelo decorre nas famílias... entre fadistas e bruxas... e os filhos... porque a vida não pára; e junta outros personagens que acabam, no fim do livro, por definir o que pode esperar cada um do futuro da Irmandade... para que a Esperança não morra!...
sexta 21 Junho ás 21h

Apresentação do Livro "A cidade islâmica de Faro" 4Maio 17h

Apresentação do livro "A Cidade Islâmica de Faro" de FernandoPessanha 
“A Cidade Islâmica de Faro” é um trabalho que visa assinalar os 1300 anos de um dos acontecimentos mais importantes para a História e Identidade Patrimonial algarvia: o início do domínio islâmico em Faro. A então cidade de Ukxûnuba – nome que também designava a região de que inicialmente era capital – começou entretanto a ser mencionada pelas fontes árabes através da literatura de viagens, masalik wa-a-mamalik, género literário muito em voga nas cortes muçulmanas da Idade Média. É exactamente nestas fontes que encontramos inúmeras referências ao al-Gharb e particularmente à antiga cidade de Faro, a Ukxûnuba islâmica, posteriormente Santa Maria al-HarunPor outro lado, também as várias prospecções e escavações arqueológicas que se têm vindo a realizar desde 1933 têm permitido aprofundar o nosso conhecimento relativamente às estruturas urbanas, à economia e ao modus vivendi das populações que habitaram Faro durante o domínio muçulmano.
O presente trabalho pretende, portanto, não só assinalar os 1300 anos do início do domínio islâmico na cidade de Faro e no Algarve, como também esclarecer de uma forma clara e resumida a presença islâmica na cidade, recorrendo aos mais actualizados estudos arqueológicos e às fontes escritas que subsistiram até aos nossos dias».
sábado 4 Maio 17h

Livro_"Página móvel com texto fixo"

sábado 27 Abril 21h
... sou eu ainda, hoje
quando no tempo da memória
antes da palavra
aflora o pergaminho intacto
a desenrolar na alegria incrustada das româs
abertas à chuva e ao sol.
... sou eu, hoje

apresentação do Livro intitulado
"Página Móvel com texto fixo"trabalho literário de AdãoContreiras, conta com a apresentação de TiagoNené

editora 4Águas

entrada livre
Fotos aqui

Procura-se... Fotografia para Capa e ContraCapa

 ...da Antologia de Textos de "A Arte de Varrer o Pátio" que só precisa ser  "capturada" no Espaço do Pátio   
"A Arte de varrer o Pátio"
Seguindo a iniciativa desenvolvida pelo Pátio de Letras em a “Árvore da Poesia”, onde frequentadores deste espaço, sereno a céu aberto, contribuíram com o seu saber, colocando em prática a ideia, leva-se a terreno “A Arte de Varrer o Pátio”. Esta acção tem como finalidade cimentar a relação entre o público e o espaço, através da escrita em Prosa ou em Poesia, identificando momentos específicos entre ambos, marcando assim a relação frequentador - espaço ou o reflexo espaço - frequentador.
... como participar ???* Tema Livre em Prosa ou Poesia
* Limite de 2 páginas A4
*
Data de entrega até 31 JULHO 2010
* Entrega
por E.mail ao opatiobar.faro@gmail.com identificado com nome e contacto telefónico
Os trabalhos
entregues serão previamente seleccionados por uma comissão constituída para o efeito.
O destino
desta Antologia de Textos será a publicação de uma Edição comemorativa do 2º Aniversário do Pátio B@r.

café com arte... na Chaf@rica


Pouco importa se não somos apelidados de Espaço Cultural, apraz-nos dizer que o trabalho não cabe “ao café”, mas se este serve para modificar nem que seja um só pensamento, o de não se deixar aprisionar, então este facto não lhe tira valor nem vigor, antes lhos acrescenta. Nas palavras de Agostinho da Silva “ O espirito afirma-se resistindo às classificações”. O nosso trabalho não vai além de uma tentativa de melhorarmo-nos através de experiências, saberes e conhecimentos que nos são entregues por quem se predispôs a apresenta-los, expandindo assim o saber e os conhecimentos de todo o tipo, podendo em simultâneo melhorar-se, pois a repetição traz atrás de si o melhoramento. O Iluminismo enquadra-se no Séc. XVIII; é conhecido pelo “Séc. das Luzes”, entende-se por luminismo um meio para atingir o progresso. É presença marcante de pares opostos e complementares: despotismo e tolerância; razão e emoção; progresso e tradição; filósofos e anti filósofos; clássicos e românticos; cultura e politica; o respeito do gosto único versus a defesa de inspiração individual e um pensamento que defende as artes mecânicas e os artesãos. Grosso modo predomina a razão e a lógica, a defesa da tolerância e a veemente permuta de ideias e de criações. O centro do conhecimento desloca-se da corte para os cafés, clubes e redações de imprensa política. A “Chafarica”, espaço café com arte é criada mediante dois conceitos: O primeiro incide na exposição tanto quanto possível, no encadeamento dos conhecimentos humanos, a segunda, os princípios gerais de base e os que lhe dão corpo e substância, o negócio em si. Encontramos neste perfil, componentes que são um “reflexo” do Séc. das luzes. Pretendemos deste modo concretizar um sonho, o de trabalhar em algo de que se gosta e que se acredita. A “Chafarica”, um café com arte, pretende tornar-se um lugar de convívio; de tertúlia; de confidência/inconfidência; de reflexão; de crítica; de inconformismo; de discussão… A “Chafarica” como espaço de memória/desmemória; de cultura; de letras; de ciência; de artes; de construção e desconstrução; de encontro e desencontros… A “Chafarica” como lugar de lazer; de conforto; de ócio; de emoção… A “Chafarica” é um espaço de sociabilidade; de convivência entre pessoas. A “Chafarica” pretende vir a ser um espaço onde o individuo inconformado poderá trabalhar-se, seja no individual, seja no coletivo, com todas as suas consequências inerentes daí resultantes para o desenvolvimento social. Somos aprendizes, pretendemos melhorar, partindo do princípio que cada trabalho tem um cariz pedagógico e que este é contínuo, demorado e eterno. … mas a “Chafarica” pretende também ser um simples café, onde chegamos, bebemos e saímos… com vontade de voltar.


Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.

Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.
Espaço de Sociabildade de convivência, tiveram um papel crucial no desenvolvimento da consciência colectiva e critica face ás ideologias hegemónicas. Foram históricamente lugares de pensamentos alternativos onde se divulgaram projectos Culturais e Politicos. Os Cafés têm perdido um pouco de centrabilidade cultural perante outros espaços, à custa de um "desenvolvimento perverso" há riqueza e diversidade Cultural que se está a perder, mas não tem que ser assim. Os Cafés não têm necessariamente de desaparecer, transformar (o) Espaço em Café de Espaço Cultural, Eventos recreativos e Lúdicos, são algumas sugestões e acima de tudo recriar novas formas de convívio. Dando assim inicio ao Projecto "Gritando Silênciosamente..."

Nº de Curiosos...

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