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Fado da nossa vida... com José Manuel Ferreira

"Fado da nossa Vida" com o Fadista Motard  José Manuel Ferreira & convidados
Jantar ao som do FADO na Chaf@rica...  
19 Julho 21h...  

Fim de semana em cheio

JoseManuelFerreira_VitorF_JoséBívar_VitorinoP
sábado 6 Abril_
_Um fim de semana que decorreu cheio de atividades na Chaf@rica... tivemos FADO com o Fadista Motard JoséManuelFerreira e os Mão D'Obra, VitorF no saxofone e VitorinoPires no acordeon...

_Para a CRIANÇADA preparamos um momento de pinturas faciais com Lívia e Lena e o seu novo projeto "ImaginaTu!"... em Maio e Junho com WorkShops diversos de Expressões Plásticas.


_Na rubrica de Artes & Oficios tivemos o prazer da companhia da artista uma autodidata AnaMartins,  ela tem tem um carinho especial pelo burrico...

pintura de AnaMartins

A Chaf@rica tem agora mais dois lugares especiais... imaginado e pintado por CéliaMendes... mentora de toda a decoração do espaço... um café com mais Arte

Fado Poesia & Luz...

O fadista recria-se no poeta. O grito melódico busca a metamorfose viva...
o poeta in loco, plástico e performativo interage com a poética visual provoca (se) ...sonoro.
 Projecto Fado, Poesia & Luz... com JOséManuelFerreira no fado e ÁlvarOMendOnça na poesia, imagem e video-arte
feira 6Outubro 21:30h  

Álvaro Mendonça nascido em Faro em 1959... estudou pintura na Faculdade das Belas Artes em Lisboa... primeira exposição individual em 1982 com o titulo "Manifesto Exemplar"... Francis Bacon com a sua interpretação da figura humana tornou-se uma referência importante no trabalho de Álvaro Mendonça.  De 1982 a 1993 participou em diferentes exposições colectivas.   Criou juntamente com outros artistas plásticos portugueses, o Grupo "S/Titulo"...

Há Fado...

Convido! O Fado canta-se pois.
...hoje, amanhã e sempre em qualquer lado. Bem-vindos ao Pátio.
Aqui há Fado... feira  29 Setembro 22h

Jose Manuel Ferreira e os AllGarviados

feira 16 Setembro 22h
FadO e MúsicA PopulaR Portugues
Os AllGARVIADOS vão traçando o seu destino. O meu destino, é não deixar morrer o fado e este grupo está a contribuir para lembrar que o Fado existe num cantinho do coração de cada português. Acompanhado por acordeão, viola, percussão e saxofone este grupo demonstra que o Fado não tem limites nem amarras. Respeito e imaginação ,com talento à mistura o Fado rompe com todas as fronteiras tornando-se universal. O FADO é uma linguagem num dicionário por inventar. É paixão!!!!

Arraial de Stº António e musica dos AllGarviados...









 Arraial de SAntónio  
Domingo 12 Junho após as 20h no PátioB@r com comes (peixe albardado, caracóis, panados e doces)& bebes. Musica dos animados AllGARVIADOS o fadista MotardZéManelVoz
VitorinoAcordeão VictorSaxofone MárioBateria e ZéVergílioPercussão 

In Concert...

In Tento Trio... resulta numa fusão de jazz/rock de elementos clássicos/minimalistas, revelando-se pela sua sonoridade calma, mas ao mesmo tempo forte e penetrante...
O som dos InTentoTrio... composto por Fernando Pessanha no piano, Pedro Reis no baixo e João Melro na bateria.
sáb 21 Maio 21:30

Cordas à conversa...

João Cuña tem como convidado o MOTARDFadista_José Manuel  Ferreira na voz  e Agostinho na viola
Poemas, Fado e Musica Popular noite de 4ª feira 18 Maio ás 21:30

café com arte... na Chaf@rica


Pouco importa se não somos apelidados de Espaço Cultural, apraz-nos dizer que o trabalho não cabe “ao café”, mas se este serve para modificar nem que seja um só pensamento, o de não se deixar aprisionar, então este facto não lhe tira valor nem vigor, antes lhos acrescenta. Nas palavras de Agostinho da Silva “ O espirito afirma-se resistindo às classificações”. O nosso trabalho não vai além de uma tentativa de melhorarmo-nos através de experiências, saberes e conhecimentos que nos são entregues por quem se predispôs a apresenta-los, expandindo assim o saber e os conhecimentos de todo o tipo, podendo em simultâneo melhorar-se, pois a repetição traz atrás de si o melhoramento. O Iluminismo enquadra-se no Séc. XVIII; é conhecido pelo “Séc. das Luzes”, entende-se por luminismo um meio para atingir o progresso. É presença marcante de pares opostos e complementares: despotismo e tolerância; razão e emoção; progresso e tradição; filósofos e anti filósofos; clássicos e românticos; cultura e politica; o respeito do gosto único versus a defesa de inspiração individual e um pensamento que defende as artes mecânicas e os artesãos. Grosso modo predomina a razão e a lógica, a defesa da tolerância e a veemente permuta de ideias e de criações. O centro do conhecimento desloca-se da corte para os cafés, clubes e redações de imprensa política. A “Chafarica”, espaço café com arte é criada mediante dois conceitos: O primeiro incide na exposição tanto quanto possível, no encadeamento dos conhecimentos humanos, a segunda, os princípios gerais de base e os que lhe dão corpo e substância, o negócio em si. Encontramos neste perfil, componentes que são um “reflexo” do Séc. das luzes. Pretendemos deste modo concretizar um sonho, o de trabalhar em algo de que se gosta e que se acredita. A “Chafarica”, um café com arte, pretende tornar-se um lugar de convívio; de tertúlia; de confidência/inconfidência; de reflexão; de crítica; de inconformismo; de discussão… A “Chafarica” como espaço de memória/desmemória; de cultura; de letras; de ciência; de artes; de construção e desconstrução; de encontro e desencontros… A “Chafarica” como lugar de lazer; de conforto; de ócio; de emoção… A “Chafarica” é um espaço de sociabilidade; de convivência entre pessoas. A “Chafarica” pretende vir a ser um espaço onde o individuo inconformado poderá trabalhar-se, seja no individual, seja no coletivo, com todas as suas consequências inerentes daí resultantes para o desenvolvimento social. Somos aprendizes, pretendemos melhorar, partindo do princípio que cada trabalho tem um cariz pedagógico e que este é contínuo, demorado e eterno. … mas a “Chafarica” pretende também ser um simples café, onde chegamos, bebemos e saímos… com vontade de voltar.


Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.

Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.
Espaço de Sociabildade de convivência, tiveram um papel crucial no desenvolvimento da consciência colectiva e critica face ás ideologias hegemónicas. Foram históricamente lugares de pensamentos alternativos onde se divulgaram projectos Culturais e Politicos. Os Cafés têm perdido um pouco de centrabilidade cultural perante outros espaços, à custa de um "desenvolvimento perverso" há riqueza e diversidade Cultural que se está a perder, mas não tem que ser assim. Os Cafés não têm necessariamente de desaparecer, transformar (o) Espaço em Café de Espaço Cultural, Eventos recreativos e Lúdicos, são algumas sugestões e acima de tudo recriar novas formas de convívio. Dando assim inicio ao Projecto "Gritando Silênciosamente..."

Nº de Curiosos...

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