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In Tento Ensemble

Grupo formado por
Fernando Pessanhapiano,
Pedro Reisbaixista  e   
Rui Afonsopercussão

In Tento Ensemble
tocaram e encantaram a noite de sábado 12 Maio
convidados especiais...
Teresa Aleixo com uma voz belissima  e  João Godinho na guitarra semi-acústica


... é maravillhoso sentirmo-nos renovados, é trucidante trairmo-nos. Curta frase, mas significativa. In Tento Ensemble foi união, foi simplicidade pura no contexto profissional.   O momento foi-se construindo e finalizado este, deixa.nos a possibilidade de repenssar que a nossa presença servirá para mais tarde recordar.   Gostaria de contrariar o que frequentemente repetimos, que é sermos ingratos em relação à nossa condição humana de sermos herdeiros.    Nesta condição, herdei Harmonia, respirei qualidade musical numa cidade problemática.    O nosso muito Obrigado por terem uma vez mais no Nosso/Vosso espaço...

In ConcerT...

InTento 
Fernando Pessanha no piano 
Pedro Reis no baixo e 
João Melro na bateria e...
convidados surpresa  
sábado 5 NOvembrO 21:30

In Concert... Estreia de RicardoSilva domingo 24 Julho

Nascido em Faro há 23 anos, Ricardo Silva é um vulgar estudante universitário e futuro farmacêutico que se diverte a contar histórias banais em acordes de guitarra. Na solidão do seu quarto vai rabiscando melodias e textos para consumo próprio. Mas timidamente estas têm vindo a espalhar-se por outros lugares. Ricardo Silva não nasceu numa família de músicos, mas a paixão pela música aprendeu a gatinhar consigo. Nas velhas cassetes áudio guarda as suas primeiras  influências, que ainda hoje se manifestam espontaneamente em cada processo criativo. Nunca estudou música convenientemente. O que sabe foi aprendendo aqui e ali ao longo destes últimos 8 anos.  2 anos sentiu necessidade de criar o seu próprio material. Sem experiência na área da escrita e da composição, foi aos poucos brincando com as palavras e os sons, aprendendo a conjuga-los a seu gosto. Deste processo nasceram canções que são o cenário de diferentes personagens e experiências.  É difícil definir um estilo ou uma influência base para as suas músicas. De Milton Nascimento a Rui Veloso, passando por Chico Buarque ou Manuel Cruz, são muito diferentes os músicos que o vão inspirando a cada verso e a cada acorde. Ricardo Silva não se considera um músico, preferindo o rótulo de aspirante a cantautor. Um desconhecido amante de música que tem prazer em compor. Tão desconhecido que não arranjou ninguém que não ele para escrever este texto. Mas isso não tem importância.   
Ricardo Silva apresenta pela primeira vez as suas canções no
domingo 24 Julho 22h

In Concert... sábado 23 Julho 22h

 
Com um registo musical vasto Manuela Lopes e João Cuña recordam momentos de Bossa e Jazz...
...Duo acústico que interpreta um reportório diversificado, com originais da Manuela Lopes e temas de outros compositores, passando pelo Jazz, Bossa, Blues, Reggae e Fado, tanto em português como em inglês, com a particularidade de integrar a sonoridade única da guitarra portuguesa tocada por João Cuña, com a belíssima voz de Manuela Lopes.
Sáb. 23 JULHO 22h

Musica Erudita... 20 Julho 22h

Apresentação de peças de dois jovens compositores do Algarve... 
AnaMargaridaEncarnação  e  RicardoCorreia
   O programa do concerto é constituído por peças de Ana Margarida Encarnação e Ricardo Correia.  Ambos professores do Conservatório Regional do Algarve Maria Campina. Trata-se de um programa com peças cuja instrumentação inclui canto, piano e fagote.   Apesar de cada um apresentar estéticas diferentes, encontram-se em vários pontos.   Grande parte das peças baseia-se, assumidamente, no sistema tonal, existindo uma tendência para uma sonoridade emotiva, preconizando uma estética que vem, de algum modo, contrapor uma certa demasia de intelectualidade e de reduzida popularidade de alguma música erudita dos nossos tempos, não menosprezando nós o seu valor.   Mas achando que hoje em dia, no mundo contemporâneo, deve existir espaço de liberdade para tudo, e o nosso espaço é o da música que pretende ser capaz de emocionar e entusiasmar vários tipos de público, sem no entanto fazer concessões estéticas relativamente àquilo que queremos na música e ao grau de erudição na construção musical.   Ana Margarida Encarnação tem claras influências da música da “Broadway”, embora demonstrando uma personalidade muito própria, muitas vezes com um carácter assaz sentimental.   Ricardo Correia tem algumas peças que aparentam uma certa dualidade tonal/atonal, outras que são claramente tonais ou modais.   Experimentação e exploração estão patentes na sua música, umas vezes de forma mais visível, outras vezes de forma mais subtil. Especialmente estas últimas podem apresentar também um sentimentalismo vigoroso, óbvio e assumido.  Isto coexistindo com melodias claras, inteiras e que perduram no ouvido.
feira 20 Julho 22h
Voz_Ana Margarida Encarnação
Voz_
Ana Catarina Sousa 
em Sequência Invernal e San Gabriel II
Vozes_
Alcides Almeida, Ricardo Correia  
em San Gabriel II
Piano_
Ricardo Correia
Fagote_
Emily McIntyre

_Programa_
"A Cantar" (2008) Ana Margarida Encarnação (Texto, Música)
Canções sobre melodias tradicionais portuguesas (2000) 
Ricardo Correia "Ai, Por Cima se Ceifa o Pão" (Beira Baixa) "Trovoada" (Baixo Alentejo) 
"Voar" (2010) Ana Margarida Encarnação (Texto, Música)
Sequência Invernal (2011) Ricardo Correia 
Experiência I. Entupimento Solsticial 
Experiência II. Noite Estrélida, ou Durme Querido Hijico (sobre canto tradicional sefardita)
Experiência III. Febre-ita 
"If You Just Could Feel" (2010) Ana Margarida Encarnação (Texto, Música)
"Jardim da Amizade" (2010) Ricardo Correia (Texto: Ana Sofia Severino)
"San Gabriel II" (2008) Ana Margarida Encarnação (Texto: Camilo Pessanha)

Curriculo
Ana Margarida António da Encarnação é uma jovem compositora farense de 22 anos.   Em 2010, terminou a licenciatura em Arquitectura Paisagista e em 2011, terminou o Curso de Piano no Conservatório Regional do Algarve Maria Campina, tendo frequentado ainda aulas de técnica vocal com a professora Birgit Wegemann. Também no presente ano, leccionou Iniciação Musical e Coro no mesmo Conservatório e Educação Musical na Escola E.B. 2,3 Santo António de Faro.   Começou a compor aos seis anos de idade, tendo iniciado aulas de música numa academia de música particular. Aos nove anos, foi para o Conservatório Regional do Algarve Maria Campina.   Desde muito cedo, deu os seus primeiros passos no mundo da composição, compondo as suas próprias letras e músicas, tendo elaborado, aos nove anos, a sua primeira composição mais significativa.   Desde essa altura, o seu envolvimento no mundo da música e da composição tem sido cada vez maior.
   Em Dezembro de 2005, na Igreja do Carmo, em Faro, deu a conhecer ao público uma das suas primeiras composições a várias vozes. Tem composto peças de diferentes estilos para uma e mais vozes, para piano e para vários instrumentos. Em Outubro de 2007, o Barítono Rui Baeta cantou “Dreaming to be free” e “Open your eyes”, peças da sua autoria, num recital no Teatro Lethes, em Faro.    Em Março de 2008, foi apresentado num concerto pelo grupo “Fad’nu” um poema de Florbela Espanca cuja parte musical é também da autoria de Ana Margarida.    No ano 2009 participou num workshop que decorreu em Loulé, na última quinzena de Março, dirigido pelo barítono Rui Baeta e pelo pianista Ruben Alves, intitulado de “A Voz no Teatro cantado”. Em 19 de Setembro do mesmo ano, participou com o Coro Ossónoba Juvenil num concerto realizado pelo barítono e pianista atrás referidos, tendo sido estreada em público a música “Andorinha”, também da autoria de Margarida.   Em 2010, participou num concerto com Ricardo Correia em Portimão, no dia Mundial da Música, destinado a apresentar as suas peças, enquanto compositores.   Para além do seu fascínio por tocar piano e compor, também adora cantar. Desde 1995 que canta no Coral Ossónoba, tendo iniciado o seu percurso no coro Infantil, continuado no coro Juvenil, com o qual participou na Ópera “Carmina Burana”, no Teatro das Figuras em Julho de 2007, e integrando hoje o Adulto.    Frequenta ainda o Coro Outras Vozes e o Coro de Câmara  da Sé de Faro.

Ricardo Correia Iniciou os estudos musicais aos nove anos de idade na Academia de Amadores de Música no curso de Piano.  Completou o curso complementar de Formação Musical na Escola de Música do Conservatório Nacional. Frequentou o curso superior de Cravo na classe da professora Cremilde Rosado Fernandes na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML). Concluiu em 2001 a Licenciatura em Formação Musical na ESML. Presentemente está a fazer o Mestrado em Composição da Universidade de Évora, como aluno do professor Christopher Bochmann.   Actuou como cravista em vários grupos de música de câmara da ESML, destacando-se uma actuação no Palácio da Ajuda onde foram interpretados excertos da obra “The Fairy Queen” de Purcell.   Em duo com a flautista de bisel Ana Figueiras, actuou em  Loulé, no Convento de S. José em Lagoa, em S. Brás de Alportel, no Museu Municipal de Faro, por duas vezes no evento “Clássica em Cacela” em Cacela Velha e num concerto integrado no ciclo de música barroca de Portimão.    Participou na gravação do 3º CD do Ensemble de Flautas de Loulé.  Colaborou também com a Orquestra do Algarve nos Concertos de Páscoa 2003 e num concerto em 2008 com a participação da escritora Lídia Jorge transmitido na Antena 2.   Pertence ao coro de câmara do Coral Adágio de Portimão que se dedica a interpretar repertório renascentista e barroco.    Enquanto membro deste grupo participou no concerto de inauguração do recém restaurado Orgão Histórico da Sé de Faro em 2007.    Tem explorado também a área da Composição, tendo sido apresentadas em público algumas peças suas.    Destaca-se um concerto na Igreja do Colégio em Portimão, em Outubro de 2010, organizado pelo Coral Adágio, em que foram interpretadas várias peças de sua autoria.   Fez também vários cursos/workshops de Música Antiga em que trabalhou com professores tais como Stephen Bull, Rainer Zipperling, Owen Rees, Peter Philips, Dominique Velard e Armando Possante.   No âmbito da Pedagogia Musical fez cursos da Universidade Nova de Lisboa com o reconhecido pedagogo Edwin Gordon, entre outros.  Frequentou também um curso de técnica vocal com os cantores Rui Baeta, Rute Dutra e Joana Nascimento.    Participou num curso de Afinação e Manutenção de Cravos da Academia de Música Antiga de Lisboa. Frequentou um curso de Improvisação Renascentista com o cornetista William Dongois.   Leccionou Formação Musical em vários estabelecimentos de ensino especializado da música e actualmente é professor no Conservatório Regional do Algarve Maria Campina. Leccionou também no Instituto Superior D. Afonso III (INUAF), em Loulé, na Licenciatura em Formação Musical, as disciplinas de Pedagogia da Formação Musical e Harmonização ao Piano.

In Concert... Jazz

New Trioing Jazz
Miguel MartinsGuitarraEléctrica
LuisHenriqueBaixo
JoãoMelroBateria
e convidado
feira 18 Julho 22h

In Concert...

com o Trio Miguel Martins
JoãoMelro na bateria LuísHenrique no baixo e MiguelMartins na guitarra eléctrica
feira 7JULHO 22h

In Concert...

AMAR GUITARRA ... concerto no Pátio 
3ª feira 5 JULHO 22h
JoãoCuña guitarra acústica e guitarra portuguesa 
LuísFialho guitarra acústica
"Amar Guitarra... com alma e paixão"

In Concert... 2 JULHO 22h

Pássaro é um projecto musical do Gonçalo Miragaia, que reflecte as ideias deste músico em criar um universo livre, sem barreiras, nem restrições, em que a liberdade de pensamento, interpretação e a força da poesia são expressões maiores.
Trata-se de uma viagem e um entreabrir sensorial de janelas para temas em português com potência malabar da língua na corda dos significados lá bem alto no céu.
É um homem e uma guitarra, o encanto da voz e o lirismo da palavra.
É um conceito de concerto acústico e intimista.
sábado 2 JULHO 22h
Pássaro, como conceito, foi e é associado à ascenção, ao desejo do Homem de se libertar dos atilhos do chão, da sua condição mínima.
Foi e é associado, pela sua forma também, aos erotismos mais subtis, explorado e explanado em todos os seus dúbios e intrincados contextos, levado até à mais ínfima partícula de interpretação possível.
Por ser todos e nenhum, o Pássaro é automaticamente múltiplo e essencial.
Deste nome, um simples vocábulo usado no todos-os-dias, surge o mote para um canto que é da palavra, do se ouvir bem, e atento. Como só em silêncio, quieto, se conseguem captar os intrincados trinares de um canto animal que à primeira escuta nos pode parecer vão, igual, desprovido de interesse para além da beleza.
De conteúdo lírico bastante denso e histórias múltiplas dentro da mesma história, este conceito de espectáculo/animal genérico sobressai nos temas da forma mais despida, acompanhado apenas de guitarra ou sem acompanhamento nenhum. Cru.
Porque os pássaros cantam também sem porquês, ou com muitos e difíceis de explicar, mas da alma.
Pássaro é um projecto de Gonçalo Miragaia

www.myspace.com/goncalomiragaiapassaro

In Concert...

Fado de Coimbra e TerTulia
com o Grupo Ecos de Coimbra
Antologia séc XIX

4ªfeira 29Junho 22h
José Maria_ Guitarra Portuguesa
Orlando Almeida _ Guitarra Portuguesa
João Maria_ Guitarra Clássica
Joaquim Rogério_Voz
António Vinagre_Voz
Luis Filipe_Voz

In Concert...

Concerto Acústico
Zé António_guitarra acústica e voz...  João Cuña_guitarra portuguesa e acústica...
sáb. 25 Junho 22h

InConcert...

sáb: 18 Junho 22h
concerto dos Amar Guitarra
com João Cuña na Guitarra Portuguesa e Guitarra acústica
Luis Fialho  na Guitarra acústica e
Chris McCartneyPercussão

InConcert_Blues de Jean Paul Rena

feira 17Junho 22h
Jean-Paul Rena é um guitarrista de blues oriundo da Holanda que com a sua banda, os Terrawheel, tem vindo a manter viva a mensagem deste género musical deste lado do Atlântico e ao longo dos últimos anos. Para além de temas da sua autoria, retirados de dois álbuns de originais, Jean-Paul traz na sua bagagem vários temas clássicos dos blues de Memphis e Chicago, aqui recriados num formato que se aproxima da génese dos blues: uma guitarra e uma voz possante. A não perder.

Arraial de Stº António e musica dos AllGarviados...









 Arraial de SAntónio  
Domingo 12 Junho após as 20h no PátioB@r com comes (peixe albardado, caracóis, panados e doces)& bebes. Musica dos animados AllGARVIADOS o fadista MotardZéManelVoz
VitorinoAcordeão VictorSaxofone MárioBateria e ZéVergílioPercussão 

InConcert...

musica com o Trio JOãoCUña na guitarra POrtuguesa TEresaALeixo na voz e ANdréFIlipe na guitarra acústica feira10JUnho 22h...

In Concert...

In Tento Trio... resulta numa fusão de jazz/rock de elementos clássicos/minimalistas, revelando-se pela sua sonoridade calma, mas ao mesmo tempo forte e penetrante...
O som dos InTentoTrio... composto por Fernando Pessanha no piano, Pedro Reis no baixo e João Melro na bateria.
sáb 21 Maio 21:30

In Concert...

sáb 7 MAIO 21:30
O projecto Beira Serra
é um projecto musical da Associação
“Os Malteses” e tem como objectivo principal divulgar as modas que se cantavam e bailavam na nossa região do Baixo Alentejo, Serra do Caldeirão e Algarve interior.     O seu reportório é constituído essencialmente por temas tradicionais pesquisados nessas zonas, a sua musica é simples, sem muitos cuidados para não fugir ao que era o cante cantado nas tabernas e promovendo uma diversão que tanto serve para o palco como para animação de rua.    Já tendo actuado em vários eventos e até no Casino do Estoril, seguimos o nosso caminho por vales e montes encantando o nosso público nos sítios onde somos convidados, sejam feiras, colóquios ou outro tipo de espectáculo.     O nosso estilo é muito ritmado na viola campaniça que é um instrumento tradicional do campo branco que estava em vias de extinção e que agora esta de novo recuperada.
OS BEIRA SERRA são constituídos por:
António Gonçalves__Viola Campaniça e voz
Manuel Godinho__Viola Portuguesa e voz
Dário Guerreiro__Acordeão
Carlos Rosa__Percussão e voz
Augusto Ramos__Ferrinhos e voz

In Concert

Trio_João,Teresa e André
sex.22 Abril 22h

JoãoCuña
encanta ao som da sua Guitarra Portuguesa e Ácústica

TeresaAleixo voz e Teclado



AndréFilipe voz guitarra e percussão
sex. 22 Abril 22h no Pátio

café com arte... na Chaf@rica


Pouco importa se não somos apelidados de Espaço Cultural, apraz-nos dizer que o trabalho não cabe “ao café”, mas se este serve para modificar nem que seja um só pensamento, o de não se deixar aprisionar, então este facto não lhe tira valor nem vigor, antes lhos acrescenta. Nas palavras de Agostinho da Silva “ O espirito afirma-se resistindo às classificações”. O nosso trabalho não vai além de uma tentativa de melhorarmo-nos através de experiências, saberes e conhecimentos que nos são entregues por quem se predispôs a apresenta-los, expandindo assim o saber e os conhecimentos de todo o tipo, podendo em simultâneo melhorar-se, pois a repetição traz atrás de si o melhoramento. O Iluminismo enquadra-se no Séc. XVIII; é conhecido pelo “Séc. das Luzes”, entende-se por luminismo um meio para atingir o progresso. É presença marcante de pares opostos e complementares: despotismo e tolerância; razão e emoção; progresso e tradição; filósofos e anti filósofos; clássicos e românticos; cultura e politica; o respeito do gosto único versus a defesa de inspiração individual e um pensamento que defende as artes mecânicas e os artesãos. Grosso modo predomina a razão e a lógica, a defesa da tolerância e a veemente permuta de ideias e de criações. O centro do conhecimento desloca-se da corte para os cafés, clubes e redações de imprensa política. A “Chafarica”, espaço café com arte é criada mediante dois conceitos: O primeiro incide na exposição tanto quanto possível, no encadeamento dos conhecimentos humanos, a segunda, os princípios gerais de base e os que lhe dão corpo e substância, o negócio em si. Encontramos neste perfil, componentes que são um “reflexo” do Séc. das luzes. Pretendemos deste modo concretizar um sonho, o de trabalhar em algo de que se gosta e que se acredita. A “Chafarica”, um café com arte, pretende tornar-se um lugar de convívio; de tertúlia; de confidência/inconfidência; de reflexão; de crítica; de inconformismo; de discussão… A “Chafarica” como espaço de memória/desmemória; de cultura; de letras; de ciência; de artes; de construção e desconstrução; de encontro e desencontros… A “Chafarica” como lugar de lazer; de conforto; de ócio; de emoção… A “Chafarica” é um espaço de sociabilidade; de convivência entre pessoas. A “Chafarica” pretende vir a ser um espaço onde o individuo inconformado poderá trabalhar-se, seja no individual, seja no coletivo, com todas as suas consequências inerentes daí resultantes para o desenvolvimento social. Somos aprendizes, pretendemos melhorar, partindo do princípio que cada trabalho tem um cariz pedagógico e que este é contínuo, demorado e eterno. … mas a “Chafarica” pretende também ser um simples café, onde chegamos, bebemos e saímos… com vontade de voltar.


Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.

Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.
Espaço de Sociabildade de convivência, tiveram um papel crucial no desenvolvimento da consciência colectiva e critica face ás ideologias hegemónicas. Foram históricamente lugares de pensamentos alternativos onde se divulgaram projectos Culturais e Politicos. Os Cafés têm perdido um pouco de centrabilidade cultural perante outros espaços, à custa de um "desenvolvimento perverso" há riqueza e diversidade Cultural que se está a perder, mas não tem que ser assim. Os Cafés não têm necessariamente de desaparecer, transformar (o) Espaço em Café de Espaço Cultural, Eventos recreativos e Lúdicos, são algumas sugestões e acima de tudo recriar novas formas de convívio. Dando assim inicio ao Projecto "Gritando Silênciosamente..."

Nº de Curiosos...

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