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"Encontros Improváveis" de Fernando Pessanha 23 Junho 18h

"Encontros Improváveis" de FernandoPessanha
Trata-se de uma obra de ficção onde histórias aparentemente distintas acabam por se interligar através de acontecimentos que influenciam a vivência dos vários personagens que compõem os distintos planos de acção. De um modo geral, o enredo apresenta-se como um "microcosmos" que tem como pano de fundo a complexidade das relações humanas e sociais e a maneira subtil como estas são determinantes na realidade de terceiros.

dom 23 Junho 18h


Apresentação do Livro "A cidade islâmica de Faro" 4Maio 17h

Apresentação do livro "A Cidade Islâmica de Faro" de FernandoPessanha 
“A Cidade Islâmica de Faro” é um trabalho que visa assinalar os 1300 anos de um dos acontecimentos mais importantes para a História e Identidade Patrimonial algarvia: o início do domínio islâmico em Faro. A então cidade de Ukxûnuba – nome que também designava a região de que inicialmente era capital – começou entretanto a ser mencionada pelas fontes árabes através da literatura de viagens, masalik wa-a-mamalik, género literário muito em voga nas cortes muçulmanas da Idade Média. É exactamente nestas fontes que encontramos inúmeras referências ao al-Gharb e particularmente à antiga cidade de Faro, a Ukxûnuba islâmica, posteriormente Santa Maria al-HarunPor outro lado, também as várias prospecções e escavações arqueológicas que se têm vindo a realizar desde 1933 têm permitido aprofundar o nosso conhecimento relativamente às estruturas urbanas, à economia e ao modus vivendi das populações que habitaram Faro durante o domínio muçulmano.
O presente trabalho pretende, portanto, não só assinalar os 1300 anos do início do domínio islâmico na cidade de Faro e no Algarve, como também esclarecer de uma forma clara e resumida a presença islâmica na cidade, recorrendo aos mais actualizados estudos arqueológicos e às fontes escritas que subsistiram até aos nossos dias».
sábado 4 Maio 17h

In Tento Ensemble

Grupo formado por
Fernando Pessanhapiano,
Pedro Reisbaixista  e   
Rui Afonsopercussão

In Tento Ensemble
tocaram e encantaram a noite de sábado 12 Maio
convidados especiais...
Teresa Aleixo com uma voz belissima  e  João Godinho na guitarra semi-acústica


... é maravillhoso sentirmo-nos renovados, é trucidante trairmo-nos. Curta frase, mas significativa. In Tento Ensemble foi união, foi simplicidade pura no contexto profissional.   O momento foi-se construindo e finalizado este, deixa.nos a possibilidade de repenssar que a nossa presença servirá para mais tarde recordar.   Gostaria de contrariar o que frequentemente repetimos, que é sermos ingratos em relação à nossa condição humana de sermos herdeiros.    Nesta condição, herdei Harmonia, respirei qualidade musical numa cidade problemática.    O nosso muito Obrigado por terem uma vez mais no Nosso/Vosso espaço...

In Concert...

InTentoTrio com Fernando Pessanha no piano Pedro Reis no baixo e João Melro na bateria
sábado 13 AGOSTO 22h

In Concert...

In Tento Trio... resulta numa fusão de jazz/rock de elementos clássicos/minimalistas, revelando-se pela sua sonoridade calma, mas ao mesmo tempo forte e penetrante...
O som dos InTentoTrio... composto por Fernando Pessanha no piano, Pedro Reis no baixo e João Melro na bateria.
sáb 21 Maio 21:30

IN TENTO TRIO_concerto

sábado 12 Dezembro 22h00
IN TENTO TRIO
Fernando Pessanha piano
Pedro Reis baixo
João Melro bateria



In Tento Trio é um projecto idealizado desde 2005 pelo pianista Fernando Pessanha. O objectivo inicial passou pela reunião de vários elementos e linguagens musicais, onde se poderão encontrar a fusão de Jazz/Rock com elementos Clássicos/minimalistas. Após alguns anos de experiências com várias formações, o projecto ganhou, finalmente, vida com o baixista Pedro Reis e o baterista João Melro. Desde o princípio do ano de 2009 que os In Tento Trio têm vindo a apresentar-se ao vivo em alguns concertos. 


De momento a banda encontra-se em preparativos para a gravação da maquete...

café com arte... na Chaf@rica


Pouco importa se não somos apelidados de Espaço Cultural, apraz-nos dizer que o trabalho não cabe “ao café”, mas se este serve para modificar nem que seja um só pensamento, o de não se deixar aprisionar, então este facto não lhe tira valor nem vigor, antes lhos acrescenta. Nas palavras de Agostinho da Silva “ O espirito afirma-se resistindo às classificações”. O nosso trabalho não vai além de uma tentativa de melhorarmo-nos através de experiências, saberes e conhecimentos que nos são entregues por quem se predispôs a apresenta-los, expandindo assim o saber e os conhecimentos de todo o tipo, podendo em simultâneo melhorar-se, pois a repetição traz atrás de si o melhoramento. O Iluminismo enquadra-se no Séc. XVIII; é conhecido pelo “Séc. das Luzes”, entende-se por luminismo um meio para atingir o progresso. É presença marcante de pares opostos e complementares: despotismo e tolerância; razão e emoção; progresso e tradição; filósofos e anti filósofos; clássicos e românticos; cultura e politica; o respeito do gosto único versus a defesa de inspiração individual e um pensamento que defende as artes mecânicas e os artesãos. Grosso modo predomina a razão e a lógica, a defesa da tolerância e a veemente permuta de ideias e de criações. O centro do conhecimento desloca-se da corte para os cafés, clubes e redações de imprensa política. A “Chafarica”, espaço café com arte é criada mediante dois conceitos: O primeiro incide na exposição tanto quanto possível, no encadeamento dos conhecimentos humanos, a segunda, os princípios gerais de base e os que lhe dão corpo e substância, o negócio em si. Encontramos neste perfil, componentes que são um “reflexo” do Séc. das luzes. Pretendemos deste modo concretizar um sonho, o de trabalhar em algo de que se gosta e que se acredita. A “Chafarica”, um café com arte, pretende tornar-se um lugar de convívio; de tertúlia; de confidência/inconfidência; de reflexão; de crítica; de inconformismo; de discussão… A “Chafarica” como espaço de memória/desmemória; de cultura; de letras; de ciência; de artes; de construção e desconstrução; de encontro e desencontros… A “Chafarica” como lugar de lazer; de conforto; de ócio; de emoção… A “Chafarica” é um espaço de sociabilidade; de convivência entre pessoas. A “Chafarica” pretende vir a ser um espaço onde o individuo inconformado poderá trabalhar-se, seja no individual, seja no coletivo, com todas as suas consequências inerentes daí resultantes para o desenvolvimento social. Somos aprendizes, pretendemos melhorar, partindo do princípio que cada trabalho tem um cariz pedagógico e que este é contínuo, demorado e eterno. … mas a “Chafarica” pretende também ser um simples café, onde chegamos, bebemos e saímos… com vontade de voltar.


Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.

Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.
Espaço de Sociabildade de convivência, tiveram um papel crucial no desenvolvimento da consciência colectiva e critica face ás ideologias hegemónicas. Foram históricamente lugares de pensamentos alternativos onde se divulgaram projectos Culturais e Politicos. Os Cafés têm perdido um pouco de centrabilidade cultural perante outros espaços, à custa de um "desenvolvimento perverso" há riqueza e diversidade Cultural que se está a perder, mas não tem que ser assim. Os Cafés não têm necessariamente de desaparecer, transformar (o) Espaço em Café de Espaço Cultural, Eventos recreativos e Lúdicos, são algumas sugestões e acima de tudo recriar novas formas de convívio. Dando assim inicio ao Projecto "Gritando Silênciosamente..."

Nº de Curiosos...

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