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Ecos de Coimbra 21 Set 22h

 O grupO de fadO Ecos de COimbra relembram       AntóniO MenanO
 

Nascido nas faldas da Serra da Estrela de uma família de 12 irmãos, António Menano foi sem sombra de dúvida o mais conhecido e popular cantor de fados de Coimbra.   António Menano cedo se tornou ídolo  da Academia, enriquecendo o espírito estudantil de Coimbra e a lenda coimbrã de uma certa boémia própria da juventude, de fados e serenatas, misto de arte e romantismo, de sonhos e ilusões.  António Menano está tão intimamente ligado ao fado de Coimbra e este a ele que verdadeiramente se não pode dissociar um do outro; falar de António Menano é falar do fado de Coimbra e da chamada década de oiro.
feira 21 Setembro 22h

Fado de Coimbra... 4ª feira 27 Julho 22h

E C O S   D E 
C O Í M B R A

Fado de Coímbra

feira 27 JULHO 22h
José Maria_Guitarra Portuguesa
Orlando Almeida_Guitarra Portuguesa
João Maria_Guitarra Clássica
Joaquim Rogério_Voz
António Vinagre_Voz 
                    Luís Filipe_Voz

Fado de Coimbra

Fado com Ecos de Coimbra  e Tertúlia com o tema Autores e Cantores de Coimbra 
ás 21:30 da 4ªfeira29 Setembro



Desenho do Artista Plástico (Alte 1937)
Daniel Vieira
exposição a 8 Maio 2010  
"Fado e outras músicas" na  
Fabula Urbis em Lisboa


Fado de Coimbra...


"Ecos de Coimbra" 
com o tema 
"Coimbra canta Portugal"
sexta 27 Agosto 21h30

José Maria Oliveira e Orlando Almeida_Guitarra Portuguesa,
Maurício Fernando Monteiro_Guitarra clássica dita viola de acompanhamento, 
e por Joaquim Rogério e
António Vinagre como cantores, entre outros

Fado de Coimbra...

"Ecos de Coimbra"com o tema"Saudades de Coimbra"
mais uma vez marcam presença no nosso
Espaço MultiCooltural que é o Pátio B@r...
4ªfeira 30Junho ás 21h30 
seguido de TerTúlia
فادو فادو fadoفادو فادو فادو فادو  fadoفادو

Ecos de Coimbra em Maio


  O fado de Coimbra


Muito ligado às tradições académicas da respectiva Universidade, o fado de Coimbra é exclusivamente cantado por homens e tanto os cantores como os músicos usam o traje académico: calças e batina pretas, cobertas por capa de fazenda de lã igualmente preta. Canta-se à noite, quase às escuras, em praças ou ruas da cidade. Os locais mais típicos são as escadarias do Mosteiro de Santa Cruz e da Sé Velha. Também é tradicional organizar serenatas, em que se canta junto à janela da casa da dama que se pretende conquistar.

O fado de Coimbra é acompanhado igualmente por uma guitarra portuguesa e uma guitarra clássica (também aqui chamada "viola"). No entanto, a afinação e a sonoridade da guitarra portuguesa são, em Coimbra, diferentes das do fado de Lisboa na medida em que as cordas são afinadas um tom abaixo, e a técnica de execução é diferente por forma a projectar o som do instrumento nos espaços exteriores, que são o palco privilegiado deste Fado. Também a guitarra clássica se deve afinar um tom abaixo. Esta afinação pretende transmitir à música uma sonoridade mais soturna, relativamente ao Fado de Lisboa.  
ECOS DE COIMBRA 5ª feira 27 MAIO ás 21:30

Ecos de Coimbra


*Ecos de Coimbra* 
com a 5ª tertúlia
sáb 20 MARÇO 21:30
O grupo é constituído actualmente por José Maria Oliveira e Orlando Almeida, na Guitarra Portuguesa, Maurício Fernando Monteiro, na guitarra clássica (dita viola de acompanhamento), Joaquim Rogério e António Vinagre como cantores, entre outros...

4ª Tertulia de Fado de Coimbra


*ECOS de COIMBRA*
sex. 5 Fevereiro ás 21:30

(na foto) Ecos de Coimbra na Igreja Matriz de Goa_Índia_ em Fevereiro de 2006. 
Canta Joaquim Rogério
Viola Maurício Monteiro 
guitarra José Maria Oliveira

Ecos de Coimbra_3ª Tertúlia


A paixão pelo Fado de Coimbra leva este grupo a promover mais uma Tertúlia no convívio do PátioB@r.      
A aderência verificada, não só pela presença, mas também pela participação gerada, faz com que haja interesse por parte do grupo "Ecos de Coimbra" na continuidade da tertúlia Fado de Coimbra. Assim sendo o PátioB@r terá o maior prazer em receber-vos...


no    FADO DE NOSSA VIDA


4ªfeira 25 Novembro 22h

Fado de Coimbra em Faro... acompanhado de Tertúlia


«Ecos de Coimbra»

O reportório deste grupo inclui fados, baladas e instrumentais, criados ao longo duma centena de anos, por sucessivas gerações de estudantes de Coimbra.
Tem este agrupamento pugnado, desde sempre, pela divulgação da chamada Canção Coimbrã, procurando consegui-lo quer através dos espectáculos que faz, quer através de colóquios para os quais dispõe, como base de consulta, um vasto acervo documental bio-bibliográfico, acerca do fado, suas origens, mentores bem como das origens, construção e fabrico da guitarra portuguesa.
«Ecos de Coimbra» levam o Fado além fronteiras__Macau 99__Berlim 99__EUA 2000__Índia-Goa 2006_sul de Espanha e os restantes espectáculos repartem-se por todo o Portugal sendo a maioria no Algarve, onde residem actualmente todos os seus componentes.
4ª feira 14 OUTUBRO ás 22h00




café com arte... na Chaf@rica


Pouco importa se não somos apelidados de Espaço Cultural, apraz-nos dizer que o trabalho não cabe “ao café”, mas se este serve para modificar nem que seja um só pensamento, o de não se deixar aprisionar, então este facto não lhe tira valor nem vigor, antes lhos acrescenta. Nas palavras de Agostinho da Silva “ O espirito afirma-se resistindo às classificações”. O nosso trabalho não vai além de uma tentativa de melhorarmo-nos através de experiências, saberes e conhecimentos que nos são entregues por quem se predispôs a apresenta-los, expandindo assim o saber e os conhecimentos de todo o tipo, podendo em simultâneo melhorar-se, pois a repetição traz atrás de si o melhoramento. O Iluminismo enquadra-se no Séc. XVIII; é conhecido pelo “Séc. das Luzes”, entende-se por luminismo um meio para atingir o progresso. É presença marcante de pares opostos e complementares: despotismo e tolerância; razão e emoção; progresso e tradição; filósofos e anti filósofos; clássicos e românticos; cultura e politica; o respeito do gosto único versus a defesa de inspiração individual e um pensamento que defende as artes mecânicas e os artesãos. Grosso modo predomina a razão e a lógica, a defesa da tolerância e a veemente permuta de ideias e de criações. O centro do conhecimento desloca-se da corte para os cafés, clubes e redações de imprensa política. A “Chafarica”, espaço café com arte é criada mediante dois conceitos: O primeiro incide na exposição tanto quanto possível, no encadeamento dos conhecimentos humanos, a segunda, os princípios gerais de base e os que lhe dão corpo e substância, o negócio em si. Encontramos neste perfil, componentes que são um “reflexo” do Séc. das luzes. Pretendemos deste modo concretizar um sonho, o de trabalhar em algo de que se gosta e que se acredita. A “Chafarica”, um café com arte, pretende tornar-se um lugar de convívio; de tertúlia; de confidência/inconfidência; de reflexão; de crítica; de inconformismo; de discussão… A “Chafarica” como espaço de memória/desmemória; de cultura; de letras; de ciência; de artes; de construção e desconstrução; de encontro e desencontros… A “Chafarica” como lugar de lazer; de conforto; de ócio; de emoção… A “Chafarica” é um espaço de sociabilidade; de convivência entre pessoas. A “Chafarica” pretende vir a ser um espaço onde o individuo inconformado poderá trabalhar-se, seja no individual, seja no coletivo, com todas as suas consequências inerentes daí resultantes para o desenvolvimento social. Somos aprendizes, pretendemos melhorar, partindo do princípio que cada trabalho tem um cariz pedagógico e que este é contínuo, demorado e eterno. … mas a “Chafarica” pretende também ser um simples café, onde chegamos, bebemos e saímos… com vontade de voltar.


Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.

Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.
Espaço de Sociabildade de convivência, tiveram um papel crucial no desenvolvimento da consciência colectiva e critica face ás ideologias hegemónicas. Foram históricamente lugares de pensamentos alternativos onde se divulgaram projectos Culturais e Politicos. Os Cafés têm perdido um pouco de centrabilidade cultural perante outros espaços, à custa de um "desenvolvimento perverso" há riqueza e diversidade Cultural que se está a perder, mas não tem que ser assim. Os Cafés não têm necessariamente de desaparecer, transformar (o) Espaço em Café de Espaço Cultural, Eventos recreativos e Lúdicos, são algumas sugestões e acima de tudo recriar novas formas de convívio. Dando assim inicio ao Projecto "Gritando Silênciosamente..."

Nº de Curiosos...

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