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FADO - *Ecos de Coimbra*

  



O grupo *Ecos de Coimbra*
cantou e encantou com mais uma noite de Fado de Coimbra na nossa Chafarica... um café sempre com arte

sáb 2 Novembro pelas 22h



Fado da nossa vida... com José Manuel Ferreira

"Fado da nossa Vida" com o Fadista Motard  José Manuel Ferreira & convidados
Jantar ao som do FADO na Chaf@rica...  
19 Julho 21h...  

Fim de semana em cheio

JoseManuelFerreira_VitorF_JoséBívar_VitorinoP
sábado 6 Abril_
_Um fim de semana que decorreu cheio de atividades na Chaf@rica... tivemos FADO com o Fadista Motard JoséManuelFerreira e os Mão D'Obra, VitorF no saxofone e VitorinoPires no acordeon...

_Para a CRIANÇADA preparamos um momento de pinturas faciais com Lívia e Lena e o seu novo projeto "ImaginaTu!"... em Maio e Junho com WorkShops diversos de Expressões Plásticas.


_Na rubrica de Artes & Oficios tivemos o prazer da companhia da artista uma autodidata AnaMartins,  ela tem tem um carinho especial pelo burrico...

pintura de AnaMartins

A Chaf@rica tem agora mais dois lugares especiais... imaginado e pintado por CéliaMendes... mentora de toda a decoração do espaço... um café com mais Arte

Canto Coral no Pátio...

domingo 11 Dezembro 18h
Universidade do Algarve para a Terceira Idade (UATI), com sede em Faro tem como objectivo a formação de pessoas pelo ensino e prática, a motivação do interesse pelo saber, a pesquisa e a investigação científica e técnica, a para de manter e promover a integração na sociedade dos idosos em geral e, em particular dos associados. Foi neste âmbito didáctico e de pesquisa que em Novembro de 2009 se criou e se tem vindo a desenvolver
O Grupo Coral da UATI, sob a orientação técnica da Profª D. A . Gertrudes Pacheco. Formado por cerca 40 elementos, femininos e masculinos, com idades superiores aos 50 anos, este grupo procura interpretar essencialmente música portuguesa, isto é, canções, fados e modas ou cantigas populares que em Portugal têm vindo a fazer história ao longo dos tempos, dando assim largas ao seu sentimento e exteriorizando desta forma, qual água que brota da nascente, o que lhes vai no coração através destas músicas que interpretam com muita simplicidade, transmitindo nas suas actuações uma mensagem de carinho e amizade, aliada à imagem do bom Povo Português, da sua terras das suas gentes dos seus cantores e dos seus costumes. Apesar de ser um Grupo de criação recente, tem actuado por diversas vezes em eventos internos da UATI, em diversas associações de solidariedade, no Teatro Lethes, no Fórum Municipal do Seixal, em  São Brás de Alportel por altura da feira anual, em festivais realizados no Teatro Municipal das Figuras em Faro e noutros locais aonde a nossa comparência tem sido solicitada.

Ensaio... Palavras I N D E F I N I D A S

Grupo de Teatro Lethes...
apresentam no Pátio uma sessão de musica - fado - poesia - guitarra - viola - vozes...  
5ªfeira 24 Novembro 21:30h
Encenador-EmilioCoroa...Luminotécnico-LuisIria-GuitarraPortuguesa-RicardoMartins...Viola-AníbalVinhas...Fados-JoséMFerreira e TeresaAleixo...Interpretes-EmilioCoroa, JoséCabecinha, JoaquimTeixeira, AnaVieira, EduardoEstrela, FelicidadeCoroa, AndréADias, AnselmoCorreira, MadairaGuerreiro, LilianaTeixeira, ClementinaMachado, LuísIria, MatosPereira e AurélioMadeira
Poemas de Ary dos Santos... ManuelAlegre... Fausto... MiguelTorga... ArturRibeiro... JoãoDeDeus... AntónioNobre.. AníbalNazaré... AntónioGedeão...Tóssan...RaulSolnado... AntónioBotto... AntónioRamosRosa... FValério...TMachado...CabralDoNascimento... Jograis
O Grupo de Teatro Lethes, totalmente constituído por amadores, é desde 1988 uma Colectividade de Utilidade Pública que tem sido um dos mais marcantes esteios da vida cultural algarvia.   Fundado em 1957 com a designação de Grupo de Teatro do Círculo Cultural do Algarve por 3 antigos elementos do Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra unidos por laços familiares - José de Campos Coroa, seu irmão Emílio Campos Coroa e a esposa deste, Maria Amélia Saraiva Vieira de Campos Coroa, é hoje, um dos mais antigos grupos de amadores em actividade ininterrupta no nosso País, traduzida em mais de quatrocentos espectáculos em que estiveram envolvidos, ao longo dos anos, cerca de meio milhar de amadores, tendo atingido particular notoriedade na década de 60, com a conquista de vários prémios de interpretação e de encenação.
Nesses primeiros anos, merecem particular destaque: “O Lugre” de Santareno num batelão fundeado na doca de Faro na presença do Autor e de Amélia Rey Colaço, “Othelo” de Shakespeare no Castelo de Silves ou a “Trilogia das Barcas” de Gil Vicente na Alameda João de Deus, em Faro.
Em 1972, após a conclusão das obras do restauro do Teatro Lethes levadas a cabo pela Delegação de Faro da Cruz Vermelha Portuguesa, foi o Grupo convidado a ocupar instalações no Lethes, mudando nessa época a sua designação para a actual. Ao longo dos anos, tem servido como “escola” pois que nele se iniciaram alguns actores, entre os quais os profissionais Carlos Quintas, Bruno Rossi, Fátima Murta e Diogo Infante, tendo ainda antigos elementos fundado outros Grupos de Amadores.
Em 1997, decidiu a Direcção do Grupo lançar, com apoios da Delegação Regional do Sul do Ministério da Cultura, da Câmara Municipal de Faro e da Delegação do INATEL, uma série de iniciativas comemorativas do seu 40º aniversário, entre as quais merecem particular destaque um “Festival de Teatro”. Merece especial relevo neste ano a aprovação, por unanimidade do Executivo da Câmara Municipal de Faro, da atribuição de um lote de terreno urbano ao Grupo de Teatro, para construção da sua sede-social.

MONET OBLECTANDO

Fado Poesia & Luz...

O fadista recria-se no poeta. O grito melódico busca a metamorfose viva...
o poeta in loco, plástico e performativo interage com a poética visual provoca (se) ...sonoro.
 Projecto Fado, Poesia & Luz... com JOséManuelFerreira no fado e ÁlvarOMendOnça na poesia, imagem e video-arte
feira 6Outubro 21:30h  

Álvaro Mendonça nascido em Faro em 1959... estudou pintura na Faculdade das Belas Artes em Lisboa... primeira exposição individual em 1982 com o titulo "Manifesto Exemplar"... Francis Bacon com a sua interpretação da figura humana tornou-se uma referência importante no trabalho de Álvaro Mendonça.  De 1982 a 1993 participou em diferentes exposições colectivas.   Criou juntamente com outros artistas plásticos portugueses, o Grupo "S/Titulo"...

Há Fado...

Convido! O Fado canta-se pois.
...hoje, amanhã e sempre em qualquer lado. Bem-vindos ao Pátio.
Aqui há Fado... feira  29 Setembro 22h

Jose Manuel Ferreira e os AllGarviados

feira 16 Setembro 22h
FadO e MúsicA PopulaR Portugues
Os AllGARVIADOS vão traçando o seu destino. O meu destino, é não deixar morrer o fado e este grupo está a contribuir para lembrar que o Fado existe num cantinho do coração de cada português. Acompanhado por acordeão, viola, percussão e saxofone este grupo demonstra que o Fado não tem limites nem amarras. Respeito e imaginação ,com talento à mistura o Fado rompe com todas as fronteiras tornando-se universal. O FADO é uma linguagem num dicionário por inventar. É paixão!!!!

In Concert...

Fado de Coimbra e TerTulia
com o Grupo Ecos de Coimbra
Antologia séc XIX

4ªfeira 29Junho 22h
José Maria_ Guitarra Portuguesa
Orlando Almeida _ Guitarra Portuguesa
João Maria_ Guitarra Clássica
Joaquim Rogério_Voz
António Vinagre_Voz
Luis Filipe_Voz

café com arte... na Chaf@rica


Pouco importa se não somos apelidados de Espaço Cultural, apraz-nos dizer que o trabalho não cabe “ao café”, mas se este serve para modificar nem que seja um só pensamento, o de não se deixar aprisionar, então este facto não lhe tira valor nem vigor, antes lhos acrescenta. Nas palavras de Agostinho da Silva “ O espirito afirma-se resistindo às classificações”. O nosso trabalho não vai além de uma tentativa de melhorarmo-nos através de experiências, saberes e conhecimentos que nos são entregues por quem se predispôs a apresenta-los, expandindo assim o saber e os conhecimentos de todo o tipo, podendo em simultâneo melhorar-se, pois a repetição traz atrás de si o melhoramento. O Iluminismo enquadra-se no Séc. XVIII; é conhecido pelo “Séc. das Luzes”, entende-se por luminismo um meio para atingir o progresso. É presença marcante de pares opostos e complementares: despotismo e tolerância; razão e emoção; progresso e tradição; filósofos e anti filósofos; clássicos e românticos; cultura e politica; o respeito do gosto único versus a defesa de inspiração individual e um pensamento que defende as artes mecânicas e os artesãos. Grosso modo predomina a razão e a lógica, a defesa da tolerância e a veemente permuta de ideias e de criações. O centro do conhecimento desloca-se da corte para os cafés, clubes e redações de imprensa política. A “Chafarica”, espaço café com arte é criada mediante dois conceitos: O primeiro incide na exposição tanto quanto possível, no encadeamento dos conhecimentos humanos, a segunda, os princípios gerais de base e os que lhe dão corpo e substância, o negócio em si. Encontramos neste perfil, componentes que são um “reflexo” do Séc. das luzes. Pretendemos deste modo concretizar um sonho, o de trabalhar em algo de que se gosta e que se acredita. A “Chafarica”, um café com arte, pretende tornar-se um lugar de convívio; de tertúlia; de confidência/inconfidência; de reflexão; de crítica; de inconformismo; de discussão… A “Chafarica” como espaço de memória/desmemória; de cultura; de letras; de ciência; de artes; de construção e desconstrução; de encontro e desencontros… A “Chafarica” como lugar de lazer; de conforto; de ócio; de emoção… A “Chafarica” é um espaço de sociabilidade; de convivência entre pessoas. A “Chafarica” pretende vir a ser um espaço onde o individuo inconformado poderá trabalhar-se, seja no individual, seja no coletivo, com todas as suas consequências inerentes daí resultantes para o desenvolvimento social. Somos aprendizes, pretendemos melhorar, partindo do princípio que cada trabalho tem um cariz pedagógico e que este é contínuo, demorado e eterno. … mas a “Chafarica” pretende também ser um simples café, onde chegamos, bebemos e saímos… com vontade de voltar.


Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.

Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.
Espaço de Sociabildade de convivência, tiveram um papel crucial no desenvolvimento da consciência colectiva e critica face ás ideologias hegemónicas. Foram históricamente lugares de pensamentos alternativos onde se divulgaram projectos Culturais e Politicos. Os Cafés têm perdido um pouco de centrabilidade cultural perante outros espaços, à custa de um "desenvolvimento perverso" há riqueza e diversidade Cultural que se está a perder, mas não tem que ser assim. Os Cafés não têm necessariamente de desaparecer, transformar (o) Espaço em Café de Espaço Cultural, Eventos recreativos e Lúdicos, são algumas sugestões e acima de tudo recriar novas formas de convívio. Dando assim inicio ao Projecto "Gritando Silênciosamente..."

Nº de Curiosos...

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