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Exposição Fotografia & Instalação

Exposição *Lifemark Landscapes* by Nicole Lissy

...marcas, feridas físicas e psicológicas, irritações, marcações, limitações, sinalizações, traços, rasgos da vida, imagens, a árvore como símbolo da vida e do crescimento, experiencias, cicatrizes, sinais, carater, testemunho, desenhos, esboços, fascinação pelos desenho nos troncos das árvores, os troncos e a pele do eucalipto com os seus desenhos, a mudar de pele como uma cobra, a parecer pele humana, árvore = vida, raízes?

... as raízes deste trabalho chegam até ao tempo de universidade. comecei a trabalhar com estruturas nas árvores e a interessar-me pelos seus desenhos no ano 2004. no âmbito da minha licenciatura trabalhei duas semanas na natureza em escultura, land-art, performance, fotografia e outras disciplinas artísticas - foi essa a altura em que me apaixonei pelos desenhos que a vida deixa nos troncos das árvores.
desenhos da natureza
arte da natureza e a natureza de arte
fascina-me o crescimento, as cores e a beleza das marcas que a vida deixa nos troncos das árvores. quando caminho por uma floresta, pela mata do liceu ou até pela cidade, é como se estivesse numa galeria de arte a ver os mais lindos desenhos que já vi, dos quais eu decidi trazer aqui alguns que quero partilhar convosco.
marcas deixadas pela vida
sempre me fascinou olhar para marcas, vestígios do uso nos materiais, sinais de crescimento, marcas nos rostos e nos corpos das pessoas. os traços da vida fazem as pessoas interessantes para mim. nas marcas que a vida deixa consegue-se ler experiências e crescimento. ninguém cresce e aprende sem feridas que saram mas deixam cicatrizes visíveis ou invisíveis. cicatrizes e marcas surgem, muitas vezes, de situações desconfortáveis, dolorosas, indesejáveis. cicatrizes deixam um rasto de vida, deixam também uma noção de crescimento… 
a sociedade – uma selva
muitas pessoas com marcas diferentes, a sociedade, a árvore um símbolo, cresce para onde tem hipótese e as melhores condições para crescer. a vida deixa as suas marcas nos seus troncos. por vezes, deixamos marcas, memórias, feridas, sem nos apercebermos – caminhamos pela floresta da sociedade como se fosse um chão cheio de folhas caídas no outono… partimos, pisamos ou desequilibramos o que está no nosso caminho. deixamos marcas onde passamos sem reparar. marcas são a nossa paisagem.

Nicole Lissy, licenciada em ensino de Inglês e Artes Visuais, estando em contacto com diferentes vertentes da cultura, principalmente o teatro, a dança teatral e a performance há quase duas décadas, fundou a associação amarelarte em fevereiro 2012 com o objetivo de criar um centro cultural para tod@s. (www.amarelarte.pt)

 I N A U G U R A Ç Ã O 
6ª feira 6 Dez 21:30h
 

exposições *Espantalhos* & *An'Ivo*

sáb 9 Novembro 17h  
Exposição e mostra de  
*E S P A N T A LH O S  ou Sentinelas do campo* criativos e originais
... imaginados e concebidos por quem se dedica à arte, à criação e principalmente SENTE a arte... 
aberto a todos 
seguindo-se de um PicNic colectivo
junta-te a nós e participa PARTICIPANDO

 
logo a seguir temos uma inauguração

Exposição  *An'Ivo*

Ana Martins pinta sobre madeiras gastas pelo tempo... 
o tema eleito além dos amados burritos são as aves e peixes da Ria Formosa
Ivo Martins expôe pela primeira vez o seu trabalho representam
 estudos - esboços e rascunhos da figura humana...
sáb 9 Novembro 19:30h inauguração 

*Sentinelas do Campo*

Criação de Espantalhos bem originais e criativos...
a Chaf@rica promove um PicNic no dia da exposição das *Sentinelas do Campo*... pensados e manobrados por mãos habilidosas dos nossos clientes e amigos...
P A R T I C I PA  e  traz o TEU espantalho...


sáb 9 Novembro 17h

Exposição 5Contrast

ExposiçãOColectiva do grupo artistico *5Contrast*
para apreciar durante o mês de Outubro na Chaf@rica

contamos com a sua presença no dia da Inauguração 5Outubro pelas 19:30h
beberete e 
performance de Nelson Hobday
 




Exposição "Expressões da Matéria"

Pintura e Escultura  exposição patente até 15 Setembro de Marcos Reisnascido em Tavira em 1956.

Desde muito cedo que começou a ter interesse pelas artes plásticas, fez uma pequena formação de escultura nas atividades extra escola-
res. Tornando-se autodidata. Só mais tarde em 1982 é que faz a sua primeira exposição coletiva na Câmara Municipal de Alcochete, e a partir dai efetuou várias exposições coletivas e individuais, está representado em Portugal e no estrangeiro em varias coleções particulares não só com pintura mas também com montagens fotográficas, mais uma das suas grandes paixões. 


1981 ExposiçãoColetiva na Câmara Municipal de Alcochete (festas do barrete verde) 1981 ExposiçãoColetiva na galeria de arte da festa do Avante 1982 ExposiçãoColetiva na galeria de arte da feira popular 1982 ExposiçãoColetiva na galeria de arte Codilivro 1983 ExposiçãoColetiva lembrar Moita Macedo Codilivro 1984 ExposiçãoIndividual no bar galeria B’arte 1984 ExposiçãoIndividual na galeria de arte Codilivro 1984 ExposiçãoColetiva na galeria de arte Codilivro 2013 Praçartes encontro de artistas plásticos no Fundão
   Teve depois um interregno para se dedicar a outras atividades na área do restauro de património como azulejo, mobiliário, pedra, ferro, talha dourada etc… 

sábado 24 Agosto 19:30h

exposição *Back to Black*

Exposição  *Back to Black* de AmandA GleaveS
nascida em Liverpool na Inglaterra.  Mostrou interesse logo cedo pelas artes e pela música. Foi uma criança muito introvertida e um pouco filosófica.  Aos 11 anos foi influenciada pelo professor Ibrahim Brian Thompson que introduziu as obras do Escher numa aula, nomeadamente o “Metamorfose”.  Foi a partir daí que algo começou a crescer num estilo muito próprio e invulgar.  Aos 21 anos mudou-se para Portugal, o estilo continua a crescer e a evoluir.  Sempre teve a preferência pelo preto e branco, a lápis, mas também experimentou durante uns anos a tinta acrílica, contudo achou que não tinha o mesmo impacto que o preto e branco.

Exposições:
Galeria Margem, Faro 1995
 Galeria municipal de São Brás 2006
  Café da Vila, São Brás de Alportel.2008
   Galeria dos Amigos do Museu, São Bras de Alportel 2008
    Quinta de Calma, Almancil 2009
      Galeria Municipal de São Brás 2012

 para visitar até 18 Agosto  *Back to Black*


Exposição...

"Linhas de Amor em Travessas d'Arte" apresenta a fusão entre dois artistas e duas artes Gorik & Marilena, trabalhando ele o desenho e ela a técnica de colagem de papel.

Marilena Sonjeau, formada em Belas Artes pelo "Sint Lucas Gent" em 1976.
A Experiência profissional trouxe-lhe mérito e prémios internacionais. Participou em mais de 70 exposições colectivas (1994-2009) e 30 a solo (1990-2007).
Marilena mantem lugar permanente no "Kunst in Huis" na Bélgica.

Photografia de DIANA ROSA

Domingo 6 Fevereiro 18:30
Diana Rosa nasceu a 7 de Junho em Macau, 1989.
Em 2006 participou num workshop de fotografia que lhe garantiu as bases essenciais. Estudou antropologia durante um ano no ISCTE, como área complementar à fotografia, tendo acabado por se dedicar a esta a tempo inteiro.   Concluíu os três primeiros níveis do curso de fotografia do Ar.Co, tendo encerrado esta fase com a primeira participação numa exposição colectiva.   Nesta altura algumas exposições individuais decorreram na zona de Lisboa e Cascais, com as exposições ‘As Pessoas Somos Nós’, ‘O Backstage da Vida’ e ‘Movimentos Urbanos´.   Como formação complementar à aprendizagem no Ar.Co, fez um curso de Edição e Tratamento de imagem no Atelier da Imagem.
Com uma fotografia pessoal muito dedicada ao retrato social bem como à música, Diana Rosa tem-se visto a abraçar diferentes projectos e trabalhos, sendo o mais recente o estágio profissional na revista Time Out de Lisboa.  
Actualmente está a iniciar o nível Avançado de Fotografia do Ar.Co.   Para complementar a fotografia noutra vertente, está a frequentar um curso de Photojornalismo com o fotógrafo Luiz Carvalho.
O projecto fotográfico mais recente, ‘Mesas que Falam’ está de momento a percorrer alguns pontos do concelho de Cascais.    O trabalho, concretizado em simultâneo com uma profissional da área educacional, consiste numa análise dos rituais e tradições familiares.   Para além da fotografia, tem uma componente escrita bastante importante, ajudando a criar um retrato social das famílias portuguesas na actualidade. Domingo 6 Fevereiro 18:30

35 Anos de Independência de Moçambique

3ªfeira 15Junho Exposição de Fotografia  
"Faces de Moçambique" pelo paisagista e fotógrafo Daniel Zacarias
3ª/4ªfeira 22/23Junho "Recital de Poesia Moçambicana"com início previsto para as 21h30...
6ªfeira 25Junho Breve Historial-Actividades alusiva ao 35ª Aniversário de Independência de Moçambique por Victor Guezimane previsto para as 21h15... seguido do som tradicional da Timbila tocada pelo musico moçambicano Tsetsi... dando lugar à Poesia de e por París Vitorino Gove... Apresentação com Datashow abordando o tema INDEPENDÊNCIA: Antes, no Decorrer e Depois...   Entrega Especial de Prémios e Poesia por Victor Guezimane...  22h Dança (marrabenta) com o grupo "Mangunhuta girls" e McRoger Poesia por Solange... Grupo Saeaualg (raizes de África)... Poesia LoLa..."Desfile de Trajes e Danças Tradicionais Moçambicanas"com início previsto para as 22h15...

café com arte... na Chaf@rica


Pouco importa se não somos apelidados de Espaço Cultural, apraz-nos dizer que o trabalho não cabe “ao café”, mas se este serve para modificar nem que seja um só pensamento, o de não se deixar aprisionar, então este facto não lhe tira valor nem vigor, antes lhos acrescenta. Nas palavras de Agostinho da Silva “ O espirito afirma-se resistindo às classificações”. O nosso trabalho não vai além de uma tentativa de melhorarmo-nos através de experiências, saberes e conhecimentos que nos são entregues por quem se predispôs a apresenta-los, expandindo assim o saber e os conhecimentos de todo o tipo, podendo em simultâneo melhorar-se, pois a repetição traz atrás de si o melhoramento. O Iluminismo enquadra-se no Séc. XVIII; é conhecido pelo “Séc. das Luzes”, entende-se por luminismo um meio para atingir o progresso. É presença marcante de pares opostos e complementares: despotismo e tolerância; razão e emoção; progresso e tradição; filósofos e anti filósofos; clássicos e românticos; cultura e politica; o respeito do gosto único versus a defesa de inspiração individual e um pensamento que defende as artes mecânicas e os artesãos. Grosso modo predomina a razão e a lógica, a defesa da tolerância e a veemente permuta de ideias e de criações. O centro do conhecimento desloca-se da corte para os cafés, clubes e redações de imprensa política. A “Chafarica”, espaço café com arte é criada mediante dois conceitos: O primeiro incide na exposição tanto quanto possível, no encadeamento dos conhecimentos humanos, a segunda, os princípios gerais de base e os que lhe dão corpo e substância, o negócio em si. Encontramos neste perfil, componentes que são um “reflexo” do Séc. das luzes. Pretendemos deste modo concretizar um sonho, o de trabalhar em algo de que se gosta e que se acredita. A “Chafarica”, um café com arte, pretende tornar-se um lugar de convívio; de tertúlia; de confidência/inconfidência; de reflexão; de crítica; de inconformismo; de discussão… A “Chafarica” como espaço de memória/desmemória; de cultura; de letras; de ciência; de artes; de construção e desconstrução; de encontro e desencontros… A “Chafarica” como lugar de lazer; de conforto; de ócio; de emoção… A “Chafarica” é um espaço de sociabilidade; de convivência entre pessoas. A “Chafarica” pretende vir a ser um espaço onde o individuo inconformado poderá trabalhar-se, seja no individual, seja no coletivo, com todas as suas consequências inerentes daí resultantes para o desenvolvimento social. Somos aprendizes, pretendemos melhorar, partindo do princípio que cada trabalho tem um cariz pedagógico e que este é contínuo, demorado e eterno. … mas a “Chafarica” pretende também ser um simples café, onde chegamos, bebemos e saímos… com vontade de voltar.


Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.

Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.
Espaço de Sociabildade de convivência, tiveram um papel crucial no desenvolvimento da consciência colectiva e critica face ás ideologias hegemónicas. Foram históricamente lugares de pensamentos alternativos onde se divulgaram projectos Culturais e Politicos. Os Cafés têm perdido um pouco de centrabilidade cultural perante outros espaços, à custa de um "desenvolvimento perverso" há riqueza e diversidade Cultural que se está a perder, mas não tem que ser assim. Os Cafés não têm necessariamente de desaparecer, transformar (o) Espaço em Café de Espaço Cultural, Eventos recreativos e Lúdicos, são algumas sugestões e acima de tudo recriar novas formas de convívio. Dando assim inicio ao Projecto "Gritando Silênciosamente..."

Nº de Curiosos...

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