Mostrar mensagens com a etiqueta Curta-Metragem. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Curta-Metragem. Mostrar todas as mensagens

3ªEdição da Mostra de Cultura Fílmica

O Pátio B@r recebe a 3ªEdição da Mostra de Cultura Fílmica...5ºfeira 2 JUNHO 21:00... com o objectivo de criar um debate interactivo com o público acerca da linguagem fílmica e os seus códigos, a 3ª Mostra de Cultura Fílmica, uma vez mais, foca a literacia do cinema, incentivando as pessoas a interpretá-lo, analisando a sua linguagem e respectivas componentes, sob o ponto de vista pedagógico.   Para esta edição, a atenção foca-se no trabalho de jovens realizadores, através da mostra dos seus trabalhos e de uma conversa em forma de mesa redonda, onde será abordada a produção e realização audiovisual, num debate que conta com a presença da Algarve Film Comission.   Estas curtas, tem em comum o Algarve, através da produção, realização ou equipes técnicas.   Uma vez mais o evento será gratuito e aberto a todo o público interessado em Cinema.
Abertura do evento a cargo do professor Victor Reia-Baptista; Participação do Eduardo Pinto (Algarve Film Comission) abordando a Produção audiovisual; Mesa redonda com a presença dos realizadores das 6 curtas-metragens.   Os filmes, serão precedidos de uma breve introdução pelo seu realizador.   No final da exibição, haverá espaço para um debate alargado ao público presente.   Para a edição Conta com os apoios do CIAC_Centro de Investigação em Artes e Comunicação, da Universidade do Algarve, da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Pátio de Letras, PátioB@r, da Algarve Film Commission, do Cineclube de Olhão, do Cineclube de Faro.    Como Media Partners a Rádio Universitária – RUA FM, o Jornal Barlavento e a Digital TV Mais.
A produção e organização do evento estão a cargo de Vasco lobo, contando com a colaboração do professor Vítor Reia-Baptista (Universidade do Algarve), e com a participação dos alunos da unidade curricular de Cultura Fílmica na realização de tarefas de pré-produção e produção.





2ª mostra Fílmica

Com o objectivo de criar um debate interactivo com o público acerca da linguagem fílmica e os seus códigos a _2ª Mostra de Cultura Fílmica_ uma vez mais, foca a literacia do cinema, incentivando as pessoas a interpretá-lo, analisando a sua linguagem e respectivas componentes, sob o ponto de vista pedagógico.


3ª_8 Maio “Mar d’Outubro”, realizada por Nuno Fernandes...  “Aquilo lá fora”, realizada por Daniel Silvério...  “Marioneta”, realizada por Ana Franco, Bruno Cruz, Irene Sousa e Joana Bárbara... "EU vs. EU", realizada por Nuno Relógio...  "Dia 1095", realizada por Inês Gaio, Jorge Felício, Pedro Nascimento, Tatiana Contreiras, Vida Kaucic, Mª João Parente.     Participação do produtor Carlos Fraga (empresa de produção Livre Meio) falando sobre a área da Produção audiovisual...   


Participação de três jovens realizadores falando sobre as suas curtas-metragens: Nuno Fernandes, Daniel Silvério e Ana Franco.


4ª_9Maio  Participação da Professora convidada Ana Soares da Universidade do Algarve, explicando e relacionando o tema, e como e onde se apresenta no filme em questão...   Exibição do filme “Fight Club” do realizador David Fincher.

org. Nuno Fernandes  e  Filipe Relego 
colaboração do Prof. Vitor Reia-Baptista UALG
participação dos alunos da Unidade Curricular de Cultura Fìlmica na realização de algumas tarefas de pré-produção e produção

sessões às 21:30

Curtas em Flagrante... passou pelo Pátio B@r





«Curtas em Flagrante»_no Pátio B@r a 6Janeiro 

Levamos as tuas curtas para a estrada
A Associação Cultural Elemento Indesejado é uma associação cultural jovem, com uma forte vertente audiovisual. Além de dar formação nesta área, possui também uma equipa de produção própria. Ao sermos um grupo de jovens criadores no mundo do cinema e do audiovisual, sentimos a falta de divulgação que existe neste meio em relação aos nossos trabalhos. Com este projecto pretendemos funcionar como uma plataforma de divulgação de jovens realizadores e profissionais da área.
Através do Festival Curtas em Flagrante, a Associação Cultural Elemento Indesejado pretende dar uma resposta ás necessidades de apoio e divulgação dos jovens criadores nacionais das áreas do cinema e do audiovisual.
Curtas em Flagrante propôe-se levar os trabalhos, que muitas vezes não saem das prateleiras, a percorrer uma viagem de reconhecimento e de descoberta de novos talentos.
Para este fim, abrimos um concurso a nível nacional, lançando o desafio a todas as escolas da área e a qualquer interessado em participar. Depois de uma cuidadosa selecção, iniciamos a viagem e partimos com estas curtas para a estrada, de forma a promover a troca de experiências entre os jovens de diferentes pontos do País.
Destacamos também o festival pela sua vertente de intervenção  socio-cultural, pois em parceria com outros dinamizadores culturais de vários pontos do país, permitirá uma maior aproximação dos interessados da área e do público em geral resultando assim num conjunto de novas sinergias e relações interpessoais...
Curtas em Flagrante é um happening, que irá ocorrer em vários pontos do País, contínuo, móvel que pretende criar uma nova rede de comunicação e um novo canal de divulgação.


e mais um F I L M I N H O...p'la noite fora


5ªf_16 JULHO ás 23h00
JUS OU A SOLIDÃO DA JUSTIÇA
Este projecto do te-Atrito teve como principais objectivos produzir e apresentar o vídeo-documentário e o espectáculo JUS ou a solidão da justiça e é simultaneamente um trabalho filosófico, sociológico e antropológico, de reflexão sobre a Justiça, o Direito e a Religião. A partir
de espaços concretos e isolados - um na serra (Aldeia de Cachopo), outro no mar (Ilha da Culatra) e outro na cidade (Estabelecimento Prisional de Faro) - pretendeu-se entrelaçar o processo de criação artística com a realidade socio-existencial vivida por pessoas concretas habitantes desses espaços e levar o resultado criativo a essas populações.

O documentário, que engloba as entrevistas feitas às populações do Cachopo, da Culatra e do Estabelecimento Prisional de Faro, bem como imagens destes três locais, conta com música original de Gustavo Brandão. Foi realizado por Pedro Pinto e tem a duração de dez minutos.

café com arte... na Chaf@rica


Pouco importa se não somos apelidados de Espaço Cultural, apraz-nos dizer que o trabalho não cabe “ao café”, mas se este serve para modificar nem que seja um só pensamento, o de não se deixar aprisionar, então este facto não lhe tira valor nem vigor, antes lhos acrescenta. Nas palavras de Agostinho da Silva “ O espirito afirma-se resistindo às classificações”. O nosso trabalho não vai além de uma tentativa de melhorarmo-nos através de experiências, saberes e conhecimentos que nos são entregues por quem se predispôs a apresenta-los, expandindo assim o saber e os conhecimentos de todo o tipo, podendo em simultâneo melhorar-se, pois a repetição traz atrás de si o melhoramento. O Iluminismo enquadra-se no Séc. XVIII; é conhecido pelo “Séc. das Luzes”, entende-se por luminismo um meio para atingir o progresso. É presença marcante de pares opostos e complementares: despotismo e tolerância; razão e emoção; progresso e tradição; filósofos e anti filósofos; clássicos e românticos; cultura e politica; o respeito do gosto único versus a defesa de inspiração individual e um pensamento que defende as artes mecânicas e os artesãos. Grosso modo predomina a razão e a lógica, a defesa da tolerância e a veemente permuta de ideias e de criações. O centro do conhecimento desloca-se da corte para os cafés, clubes e redações de imprensa política. A “Chafarica”, espaço café com arte é criada mediante dois conceitos: O primeiro incide na exposição tanto quanto possível, no encadeamento dos conhecimentos humanos, a segunda, os princípios gerais de base e os que lhe dão corpo e substância, o negócio em si. Encontramos neste perfil, componentes que são um “reflexo” do Séc. das luzes. Pretendemos deste modo concretizar um sonho, o de trabalhar em algo de que se gosta e que se acredita. A “Chafarica”, um café com arte, pretende tornar-se um lugar de convívio; de tertúlia; de confidência/inconfidência; de reflexão; de crítica; de inconformismo; de discussão… A “Chafarica” como espaço de memória/desmemória; de cultura; de letras; de ciência; de artes; de construção e desconstrução; de encontro e desencontros… A “Chafarica” como lugar de lazer; de conforto; de ócio; de emoção… A “Chafarica” é um espaço de sociabilidade; de convivência entre pessoas. A “Chafarica” pretende vir a ser um espaço onde o individuo inconformado poderá trabalhar-se, seja no individual, seja no coletivo, com todas as suas consequências inerentes daí resultantes para o desenvolvimento social. Somos aprendizes, pretendemos melhorar, partindo do princípio que cada trabalho tem um cariz pedagógico e que este é contínuo, demorado e eterno. … mas a “Chafarica” pretende também ser um simples café, onde chegamos, bebemos e saímos… com vontade de voltar.


Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.

Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.
Espaço de Sociabildade de convivência, tiveram um papel crucial no desenvolvimento da consciência colectiva e critica face ás ideologias hegemónicas. Foram históricamente lugares de pensamentos alternativos onde se divulgaram projectos Culturais e Politicos. Os Cafés têm perdido um pouco de centrabilidade cultural perante outros espaços, à custa de um "desenvolvimento perverso" há riqueza e diversidade Cultural que se está a perder, mas não tem que ser assim. Os Cafés não têm necessariamente de desaparecer, transformar (o) Espaço em Café de Espaço Cultural, Eventos recreativos e Lúdicos, são algumas sugestões e acima de tudo recriar novas formas de convívio. Dando assim inicio ao Projecto "Gritando Silênciosamente..."

Nº de Curiosos...

Traffic Counter