Mostrar mensagens com a etiqueta Cordas à conversa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cordas à conversa. Mostrar todas as mensagens

Cordas à conversa...

João Cuña Guitarra Portuguesa e Acústica 
convida
Ricardo Fonseca Viola Campaniça
“Duo multi-instrumentalista que explora as diferentes sonoridades dos diversos cordofones portugueses, das guitarras acústicas e da guitarra portuguesa e Portuguesa MIDI, estabelecendo um diálogo em palco nos diversos estilos musicais, com temas originais e de outros compositores... Música instrumental de fusão abrangendo diversos estilos: Tradicional, Jazz, Fado, Bossa, Blue... feira 19 Julho 22h

Cordas à conversa...

João Cuña convida... Ricardo Fonseca
"Duo multi-instrumentalista que explora as diferentes sonoridades dos diversos cordofones, das guitarras acústicas e da guitarra portuguesa e portuguesa MIDI, estabelecendo um diálogo em palco nos diversos estilos musicais, com temas originais e de outros compositores"  
Música instrumental de fusão abrangendo diversos estilos
Tradicional_ Jazz_ Fado_ Bossa_ Blues_ Latim jazz


João Cuña
Guitarra portuguesa/acústica e Guitarra MIDI
Ricardo Fonseca
Viola Campaniça, Cavaquinho, Viola Amarantina, Viola Beiroa, Bandolim e Guitarra Clássica


Cordas à conversa...

...com a Poesia feira 21 Junho 22h
João Cuña convida os poetas
Pedro Monteiro (dos TeaTrito) & Tiago Marcos (dos Esfinge)

Cordas à conversa...

feira 14 Junho 22h Ciclo de Concertos "Cordas à Conversa..." com João Cuña: Recital de Guitarra Portuguesa MIDI e Guitarra Portuguesa ...Diálogo de cordas em palco a solo e com convidados, passando por diversos reportórios, desde o tradicional até registos mais contemporâneos da Guitarra Portuguesa.
Guitarra Portuguesa MIDI (JP Portuguesa MIDI) e guitarra acústica (modelo Tejo) construidas pelo Luthier João Pessoa - JP Custom Guitars

Cordas à conversa...

JoãoCuña convida Betty M nesta sessão de Cordas à conversa teremos o prazer de ouvir a voz de Betty M num reportório de Bossa Nova e Jazz...
feira 7Junho ás 22h
...A Bossa Nova é um movimento da música popular brasileira surgido no final da década de 1950 e início da de 1960. De início, o termo era apenas relativo a um novo modo de cantar e tocar samba naquela época. Anos depois, Bossa Nova se tornaria um dos gêneros musicais brasileiros mais conhecidos em todo o mundo, especialmente associado a João Gilberto, Vinicius de Moraes, Antonio Carlos Jobim e Luiz Bonfá...

Cordas à conversa...

João Cuña tem como convidado o MOTARDFadista_José Manuel  Ferreira na voz  e Agostinho na viola
Poemas, Fado e Musica Popular noite de 4ª feira 18 Maio ás 21:30

Cordas à Conversa...

João Cuña convida...  Ricardo Fonseca
 na Viola Campaniça também designada por viola de Beja, típica da região do Alentejo.
4ªfeira 4 Maio ás 22h
As origens da Viola Campaniça e as modas que lhe estão ligadas perdem-se no tempo e na Planicie do Baixo Alentejo... Sabe-se que em tempos idos foi companheira de folia, tocada em bailes sincronizada com o canto.
"Cordas à conversa"... regressa... em breve com um novo convidado

café com arte... na Chaf@rica


Pouco importa se não somos apelidados de Espaço Cultural, apraz-nos dizer que o trabalho não cabe “ao café”, mas se este serve para modificar nem que seja um só pensamento, o de não se deixar aprisionar, então este facto não lhe tira valor nem vigor, antes lhos acrescenta. Nas palavras de Agostinho da Silva “ O espirito afirma-se resistindo às classificações”. O nosso trabalho não vai além de uma tentativa de melhorarmo-nos através de experiências, saberes e conhecimentos que nos são entregues por quem se predispôs a apresenta-los, expandindo assim o saber e os conhecimentos de todo o tipo, podendo em simultâneo melhorar-se, pois a repetição traz atrás de si o melhoramento. O Iluminismo enquadra-se no Séc. XVIII; é conhecido pelo “Séc. das Luzes”, entende-se por luminismo um meio para atingir o progresso. É presença marcante de pares opostos e complementares: despotismo e tolerância; razão e emoção; progresso e tradição; filósofos e anti filósofos; clássicos e românticos; cultura e politica; o respeito do gosto único versus a defesa de inspiração individual e um pensamento que defende as artes mecânicas e os artesãos. Grosso modo predomina a razão e a lógica, a defesa da tolerância e a veemente permuta de ideias e de criações. O centro do conhecimento desloca-se da corte para os cafés, clubes e redações de imprensa política. A “Chafarica”, espaço café com arte é criada mediante dois conceitos: O primeiro incide na exposição tanto quanto possível, no encadeamento dos conhecimentos humanos, a segunda, os princípios gerais de base e os que lhe dão corpo e substância, o negócio em si. Encontramos neste perfil, componentes que são um “reflexo” do Séc. das luzes. Pretendemos deste modo concretizar um sonho, o de trabalhar em algo de que se gosta e que se acredita. A “Chafarica”, um café com arte, pretende tornar-se um lugar de convívio; de tertúlia; de confidência/inconfidência; de reflexão; de crítica; de inconformismo; de discussão… A “Chafarica” como espaço de memória/desmemória; de cultura; de letras; de ciência; de artes; de construção e desconstrução; de encontro e desencontros… A “Chafarica” como lugar de lazer; de conforto; de ócio; de emoção… A “Chafarica” é um espaço de sociabilidade; de convivência entre pessoas. A “Chafarica” pretende vir a ser um espaço onde o individuo inconformado poderá trabalhar-se, seja no individual, seja no coletivo, com todas as suas consequências inerentes daí resultantes para o desenvolvimento social. Somos aprendizes, pretendemos melhorar, partindo do princípio que cada trabalho tem um cariz pedagógico e que este é contínuo, demorado e eterno. … mas a “Chafarica” pretende também ser um simples café, onde chegamos, bebemos e saímos… com vontade de voltar.


Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.

Os Cafés como Espaço de convívio e discussão estão a fechar e a empobrecer a memória das cidades.
Espaço de Sociabildade de convivência, tiveram um papel crucial no desenvolvimento da consciência colectiva e critica face ás ideologias hegemónicas. Foram históricamente lugares de pensamentos alternativos onde se divulgaram projectos Culturais e Politicos. Os Cafés têm perdido um pouco de centrabilidade cultural perante outros espaços, à custa de um "desenvolvimento perverso" há riqueza e diversidade Cultural que se está a perder, mas não tem que ser assim. Os Cafés não têm necessariamente de desaparecer, transformar (o) Espaço em Café de Espaço Cultural, Eventos recreativos e Lúdicos, são algumas sugestões e acima de tudo recriar novas formas de convívio. Dando assim inicio ao Projecto "Gritando Silênciosamente..."

Nº de Curiosos...

Traffic Counter